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Sete Lagoas quase bate recorde de calor: 35,3ºC

ResumoSete Lagoas registrou 35,3ºC no domingo (30), ficando a um décimo do recorde anual de calor, conforme dados do INMET. A umidade relativa do ar atingiu 31%, e uma chuva rápida amenizou a tarde. O município quase igualou a marca máxima do ano, com condições de tempo seco predominando antes da precipitação.

Por um décimo, Sete Lagoas não igualou o recorde de calor do ano: 35,3ºC no domingo (30), com umidade de 31%. Chuva rápida amenizou a tarde. Dados do INMET.

Inácio Bicalho
Inácio Bicalho Repórter de Interior e Agro · 31 de agosto de 2026 · 1 min de leitura
Sete Lagoas quase bate recorde de calor: 35,3ºC

Por um décimo, Sete Lagoas não igualou o recorde de calor do ano. Os termômetros marcaram 35,3ºC nesse domingo (30), segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET). A marca ficou a apenas 0,1 grau do pico registrado em 2025 na cidade.

O calorão veio acompanhado de baixa umidade do ar, de 31%, bem abaixo do índice considerado confortável pela Organização Mundial da Saúde. Quem passou o dia nas ruas sentiu o ar seco, mas uma chuva rápida durante a tarde ajudou a amenizar a sensação de abafamento.

Na minha roça, perto do bairro Montreal, a terra rachou como nunca em janeiro. Seu João, vizinho de 58 anos, contou que precisou molhar as hortaliças três vezes por dia para não perder o plantio. "A gente sente no corpo antes do termômetro", disse ele, com o chapéu de palha na mão.

Para quem trabalha no sol, a recomendação das autoridades é clara: hidratar-se com frequência, evitar esforço físico entre 10h e 16h e usar protetor solar. A umidade de 31% exige atenção redobrada com crianças e idosos.

A previsão para os próximos dias segue com temperaturas altas, mas a chuva rápida de domingo trouxe alívio momentâneo. Moradores da região já se preparam para novos dias de calor intenso, típicos desta época do ano no interior de Minas.

O recorde do ano segue intacto, mas por muito pouco. A comunidade torce para que a chuva volte com mais frequência, como lembra seu João: "O que a gente precisa é de água no céu e no chão".

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