Polícia prende quarto suspeito de homicídio de empresário em SP
A Polícia Civil de São Paulo prendeu o quarto suspeito do desaparecimento e homicídio do empresário Marcelo Magalhães, de 31 anos. O corpo foi encontrado no rio Cotia após sete dias de buscas. Delegado afirma que vítima era chantageada por amigo.
A Polícia Civil de São Paulo prendeu, na tarde de quinta-feira (23), o quarto suspeito envolvido no desaparecimento e homicídio do empresário Marcelo Magalhães, de 31 anos. Outros três homens já haviam sido presos durante as investigações do caso, que é investigado pelo 1º DP de Carapicuíba.
A Polícia Civil de São Paulo prendeu o quarto suspeito do desaparecimento e homicídio do empresário Marcelo Magalhães. O corpo foi encontrado no rio Cotia, entre Jandira e Carapicuíba, após sete dias de buscas. Outros três homens já estavam presos.
Como foi a prisão do quarto suspeito
A Polícia Civil de São Paulo prendeu, na tarde de quinta-feira (23), o quarto homem suspeito de participar do desaparecimento e homicídio do empresário Marcelo Magalhães, de 31 anos. Outros três suspeitos já estavam presos desde o início das investigações, conduzidas pelo 1º DP de Carapicuíba.
O corpo de Marcelo foi encontrado no rio Cotia, entre as cidades de Jandira e Carapicuíba, na manhã de quinta (23), após sete dias de buscas. A vítima foi vista pela última vez no dia 16, quando saiu de um bar em Carapicuíba, na Grande São Paulo. Familiares acompanharam as buscas e o corpo foi levado ao IML para identificação. O velório e sepultamento ocorrem nesta sexta-feira (24), em Carapicuíba.
Chantagem e sequestro: o que diz a polícia
Segundo a Polícia Civil, a investigação aponta que Marcelo já vinha sendo alvo de chantagens por parte de um amigo. O delegado Fabiano Barbeiro afirmou que o comerciante fazia repasses financeiros ao suspeito havia algum tempo, mas decidiu interromper os pagamentos.
Ainda de acordo com a polícia, os cerca de R$ 8 mil transferidos no dia do crime foram apenas a "última tacada" dos criminosos, não a principal motivação. A vítima foi levada a um imóvel ao qual o investigado tinha acesso, onde foi amarrada, amordaçada e mantida refém por cerca de duas horas. Durante o cativeiro, Marcelo foi obrigado a realizar transferências de valores de sua conta bancária.
Vítima implorou pela vida antes de ser morta
A polícia afirma que Marcelo permaneceu vivo durante todo o período em que foi mantido em cárcere e foi levado nessa condição até uma área de mata próxima a um córrego. Segundo o delegado, uma testemunha relatou que a vítima chegou a implorar para não ser morta, dizendo aos criminosos que poderiam ficar com o dinheiro, desde que poupassem sua vida.
Para a Polícia Civil, os elementos reunidos até o momento indicam que a intenção dos suspeitos era matar Marcelo desde o início. Por isso, o caso não é investigado como latrocínio (roubo seguido de morte). Segundo os investigadores, a retirada do dinheiro ocorreu de forma oportunista, após a vítima já ter sido atraída para a emboscada.
Perguntas Frequentes
Quantos suspeitos foram presos?
Quatro homens foram presos pela Polícia Civil de São Paulo. O quarto suspeito foi detido na tarde de quinta-feira (23).
Onde o corpo do empresário foi encontrado?
O corpo de Marcelo Magalhães foi encontrado no rio Cotia, entre as cidades de Jandira e Carapicuíba, na Grande São Paulo.
Qual foi a motivação do crime?
Segundo a polícia, a vítima vinha sendo chantageada por um amigo e havia interrompido os pagamentos. A intenção dos suspeitos era matar Marcelo desde o início, não se tratando de latrocínio.
Quando Marcelo foi visto pela última vez?
A vítima foi vista pela última vez no dia 16, após sair de um bar em Carapicuíba.
O que o delegado disse sobre o caso?
O delegado Fabiano Barbeiro afirmou que Marcelo fazia repasses financeiros ao suspeito, mas havia decidido interromper os pagamentos. Uma testemunha relatou que a vítima implorou para não ser morta.