# Polícia pede prisão preventiva de 5 por morte de ciclista no Rio

> A Polícia Civil do Rio de Janeiro solicitou à Justiça a prisão preventiva de cinco investigados pela morte do ciclista Cláudio Rafael, ocorrida em Copacabana. Dois seguranças e dois entregadores permanecem detidos, enquanto um quinto suspeito segue foragido. A medida busca garantir a continuidade das investigações sobre o espancamento fatal.

*Portal Notícias MG · Cidade · 08 de setembro de 2026 · Ronaldo Pimenta*

A Polícia Civil pediu à Justiça a conversão das prisões temporárias em preventivas dos 5 investigados pela morte do ciclista Cláudio Rafael, espancado em Copacabana. Dois seguranças e dois entregadores estão presos; um quinto segue foragido.

A Polícia Civil pediu à Justiça a conversão das prisões temporárias em preventivas dos 5 investigados pela morte do ciclista Cláudio Rafael Landeiro Moreira, espancado na madrugada de 12 de agosto, em Copacabana, na Zona Sul do Rio. O pedido foi encaminhado nesta terça-feira (8) à 1ª Vara Criminal da Comarca da Capital.

A resposta direta: a polícia quer transformar a prisão temporária em preventiva, que não tem prazo determinado, para garantir a continuidade das investigações. Os cinco foram indiciados por homicídio qualificado.

Davi Santos Machado e Jorge Luiz Ricardo Dias, seguranças, e os entregadores Felipe Eduardo dos Santos Silva e Ailton José da Silva estão presos. Wellington Luiz Santos de Souza, quinto envolvido, é considerado foragido.

Segundo a polícia, imagens de câmeras de segurança mostram que as agressões contra Cláudio duraram mais de seis minutos. Davi, Felipe e Ailton teriam participado dos ataques, com golpes de cassetete, socos e chutes, principalmente na cabeça. As agressões continuaram mesmo depois de Cláudio cair no chão. Wellington teria chegado posteriormente e dado um chute na cabeça do ciclista.

A polícia afirma que Davi confessou ter agredido Cláudio com socos, pontapés e golpes de cassetete. Felipe também teria admitido ter dado quatro chutes na vítima. Jorge, segundo a investigação, estava no local e deixou a cena levando a bicicleta de Cláudio e o objeto usado na agressão. A participação de Ailton foi identificada a partir das imagens.

O caso segue sob análise da Justiça, que decidirá sobre a conversão das prisões. A expectativa é que a medida reforce a responsabilização dos envolvidos e traga resposta à família da vítima.

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