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Polícia fecha fábrica clandestina de anabolizantes no Rio

ResumoA Polícia Civil do Rio de Janeiro fechou uma fábrica clandestina de anabolizantes em imóvel residencial em São Gonçalo, na terça-feira (8). Duas pessoas foram presas em flagrante e grande quantidade de insumos químicos foi apreendida. A ação ocorreu em operação contra produção ilegal de substâncias para uso estético e esportivo.

Polícia Civil do Rio fechou fábrica clandestina de anabolizantes em imóvel residencial em São Gonçalo. Duas pessoas foram presas em flagrante e grande quantidade de insumos químicos foi apreendida nesta terça-feira (8).

Marília Stefani
Marília Stefani Repórter de Segurança Pública · 09 de setembro de 2026 · 1 min de leitura
Polícia fecha fábrica clandestina de anabolizantes no Rio

A Polícia Civil do Rio de Janeiro fechou, nesta terça-feira (8), uma fábrica clandestina de anabolizantes que funcionava em um imóvel residencial no bairro de Columbandê, em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio. Durante a operação, duas pessoas foram presas em flagrante e os agentes apreenderam grande quantidade de insumos químicos, equipamentos e materiais usados na produção e no acondicionamento das substâncias.

A ação foi conduzida pela DRCPIM (Delegacia de Repressão a Crimes Contra a Propriedade Imaterial) e pela DRFC (Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas). As investigações começaram a partir de informações de inteligência que apontavam a existência de uma estrutura voltada à produção clandestina de anabolizantes.

No local, os policiais localizaram insumos como enantato, trembolona e dianabol, além de equipamentos utilizados nas diferentes etapas de fabricação. Segundo a Polícia Civil, os produtos ilícitos seriam comercializados em todo o território nacional, alimentando clandestinamente o mercado de substâncias controladas. Os investigados operavam com distribuição interestadual, armazenagem estratégica e ocultação de origem.

Todos os investigados responderão pelos crimes previstos no artigo 273, §1º, inciso B do Código Penal, que trata de falsificação, corrupção e adulteração de produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais. A pena prevista é de reclusão de 5 a 15 anos.

A apreensão reforça a atuação das delegacias especializadas no combate à produção ilegal de medicamentos. O caso segue sob investigação para identificar outros envolvidos na rede de distribuição.

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