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Polícia descobre central telefônica do crime em Guarulhos e prende 22 suspeitos em flagrante

ResumoA Operação policial em Guarulhos (SP) desmantelou uma central telefônica do crime e prendeu 22 suspeitos em flagrante. O grupo aplicava os golpes do falso advogado e do falso gerente bancário, causando prejuízo de R$ 150 mil a uma vítima. As investigações seguem para identificar outros envolvidos e vítimas.

A Polícia descobriu uma central telefônica do crime em Guarulhos, região metropolitana de São Paulo, e prendeu 22 pessoas em flagrante. O grupo aplicava os golpes do falso advogado e do falso gerente, causando prejuízo de R$ 150 mil a uma vítima.

Ronaldo Pimenta
Ronaldo Pimenta Repórter de Esporte Mineiro · 29 de julho de 2026 · 3 min de leitura
Polícia descobre central telefônica do crime em Guarulhos e prende 22 suspeitos em flagrante

Polícia descobre central telefônica do crime em Guarulhos e prende 22 suspeitos em flagrante

A Polícia descobriu uma central telefônica do crime na noite da última terça-feira (28), em Guarulhos, região metropolitana de São Paulo, e prendeu 22 pessoas em flagrante. O grupo aplicava os golpes do falso advogado e do falso gerente.

Como funcionava a central telefônica do crime em Guarulhos

Segundo a investigação, o esquema funcionava em uma casa e foi descoberto após a quebra do sigilo telefônico dos suspeitos. No imóvel, homens e mulheres estavam divididos em quatro cômodos, onde havia computadores, celulares e documentos com dados judiciais e bancários sigilosos das vítimas.

Ainda segundo a investigação, os suspeitos ligavam para as vítimas se passando por advogados, gerentes e funcionários de bancos para aplicar os golpes. Em um dos casos identificados, uma vítima teve prejuízo de R$ 150 mil.

Quais golpes eram aplicados pela quadrilha

A polícia afirma que o grupo mantinha um planejamento com metas mensais. Os golpes aplicados eram:

  • Golpe do falso advogado: os suspeitos ligavam se passando por advogados para obter dados pessoais e bancários das vítimas.
  • Golpe do falso gerente: os criminosos se passavam por gerentes de bancos para convencer as vítimas a realizar transferências ou fornecer senhas.

Como a polícia descobriu o esquema

A descoberta da central telefônica ocorreu após a quebra do sigilo telefônico dos suspeitos. A partir daí, a polícia conseguiu localizar o imóvel onde o grupo atuava e realizar a prisão em flagrante.

Todos os presos vão responder por associação criminosa e crime de usurpação de dados sigilosos.

Prejuízo causado às vítimas

Em um dos casos identificados pela investigação, uma vítima teve prejuízo de R$ 150 mil. A polícia não divulgou se há outras vítimas ou o valor total dos golpes aplicados pelo grupo.

O que fazer ao receber ligações suspeitas

Diante de golpes como o falso advogado e o falso gerente, autoridades recomendam:

  • Desconfiar de ligações que peçam dados pessoais ou bancários.
  • Não fornecer senhas, números de conta ou documentos por telefone.
  • Confirmar a identidade do contato por canais oficiais da empresa ou instituição.
  • Em caso de suspeita, registrar boletim de ocorrência e comunicar a polícia.

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Perguntas Frequentes

O que é o golpe do falso advogado?

É um crime em que o suspeito liga se passando por advogado para obter dados pessoais e bancários da vítima e aplicar golpes financeiros.

Como o golpe do falso gerente funciona?

O criminoso se passa por gerente de banco e convence a vítima a realizar transferências ou fornecer senhas, causando prejuízo financeiro.

Quantas pessoas foram presas na operação em Guarulhos?

Foram presas 22 pessoas em flagrante, todas suspeitas de participar da central telefônica do crime.

Qual foi o prejuízo identificado em uma das vítimas?

Uma vítima teve prejuízo de R$ 150 mil, segundo a investigação policial.

O que a polícia encontrou no imóvel da central telefônica?

Foram encontrados computadores, celulares e documentos com dados judiciais e bancários sigilosos das vítimas, divididos em quatro cômodos.

Quais crimes os presos vão responder?

Os 22 suspeitos vão responder por associação criminosa e crime de usurpação de dados sigilosos.

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