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PF mira grupo suspeito de desviar encomendas postais

ResumoA Polícia Federal cumpre três mandados de prisão preventiva contra suspeitos de furtar encomendas postais com documentos falsificados. A operação ocorre no Rio de Janeiro e em São Paulo, com investigação iniciada em 2024. O grupo é alvo de apuração por desvio sistemático de correspondências, sem detalhes adicionais sobre os nomes dos envolvidos ou o montante recuperado.

A Polícia Federal cumpre três mandados de prisão preventiva contra suspeitos de furtar encomendas postais com documentos falsificados. Operação ocorre no Rio e em São Paulo; investigação começou em 2024.

Sérgio Tadeu Mafra
Sérgio Tadeu Mafra Repórter de Economia Regional · 09 de setembro de 2026 · 1 min de leitura
PF mira grupo suspeito de desviar encomendas postais

A Polícia Federal (PF) cumpre, nesta quarta-feira (9), três mandados de prisão preventiva contra suspeitos de furtar encomendas enviadas pelos Correios com o uso de documentos falsificados. A ação inclui ainda oito mandados de busca e apreensão, executados na zona oeste da cidade do Rio de Janeiro e no município de São Vicente, em São Paulo.

A investigação teve início em 2024, após uma mulher ser presa em flagrante enquanto retirava uma encomenda postal com documentos falsos da verdadeira destinatária. Segundo a PF, o esquema integra uma estrutura criminosa que monitora objetos de alto valor econômico, confecciona os documentos falsos e realiza retiradas fraudulentas em unidades dos Correios nos estados do Rio e de São Paulo.

Pelo menos 24 ações criminosas foram monitoradas pela PF, entre retiradas tentadas e consumadas desses objetos postais. Os investigados podem responder pelos crimes de furto qualificado mediante fraude e organização criminosa, sem prejuízo da apuração de outros delitos identificados no decorrer das diligências.

Para quem depende dos Correios para receber mercadorias, a notícia reforça a importância de acompanhar o rastreamento e verificar a procedência de entregas. Caso haja suspeita de fraude, o consumidor deve registrar ocorrência e comunicar a empresa responsável pelo envio.

A operação desta quarta-feira mostra o esforço das autoridades para coibir esse tipo de crime, que afeta diretamente consumidores e empresas que utilizam o serviço postal. Nos próximos meses, a tendência é que novas diligências sejam concluídas e que os envolvidos respondam judicialmente pelos atos praticados.

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