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Pedreiro que matou ex a facadas fingiu comoção e tentou chorar antes de ser descoberto, diz família

ResumoO pedreiro suspeito de matar a ex-companheira a facadas em Minas Gerais fingiu comoção e tentou chorar durante o velório antes de ser descoberto, segundo a família da vítima. O caso está sob investigação da Polícia Civil.

Família da vítima afirma que o pedreiro, suspeito de matar a ex-companheira a facadas, fingiu comoção e tentou chorar durante o velório antes de ser descoberto. Caso ocorreu em Minas Gerais e está sob investigação da Polícia Civil.

Marília Stefani
Marília Stefani Repórter de Segurança Pública · 17 de julho de 2026 · 3 min de leitura
Pedreiro que matou ex a facadas fingiu comoção e tentou chorar antes de ser descoberto, diz família

Pedreiro que matou ex a facadas fingiu comoção e tentou chorar antes de ser descoberto, diz família

Família da vítima afirma que o pedreiro, suspeito de matar a ex-companheira a facadas, fingiu comoção e tentou chorar durante o velório antes de ser descoberto. O crime ocorreu em Minas Gerais e está sob investigação da Polícia Civil. A suspeita é de feminicídio.

O crime: pedreiro matou ex a facadas em Minas Gerais

O caso, que chocou a cidade do interior mineiro, ocorreu na última semana. Segundo a Polícia Civil de Minas Gerais, o pedreiro é o principal suspeito de assassinar a ex-companheira a facadas em sua própria residência. A vítima, de 32 anos, chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos ferimentos.

A Polícia Civil instaurou inquérito para investigar o crime, que é tratado como feminicídio. De acordo com o boletim de ocorrência, o suspeito foi preso em flagrante após ser localizado pela polícia.

A simulação de comoção: pedreiro tentou chorar no velório

A família da vítima revelou que o pedreiro, antes de ser descoberto, tentou simular comoção durante o velório. "Ele chegou abraçando todo mundo, tentou chorar, mas não conseguia. A gente percebeu que era fingimento", disse um familiar à reportagem.

O comportamento do suspeito, segundo relatos, chamou a atenção de parentes e amigos. "Ele não demonstrava tristeza genuína. Parecia mais preocupado em parecer inocente do que em se despedir dela", afirmou outro familiar.

A reação da família: suspeita desde o início

Desde o momento do crime, a família da vítima desconfiou do pedreiro. "Ele sempre foi ciumento, possessivo. Ela tinha medo dele", contou uma amiga próxima. A Polícia Civil confirmou que o suspeito já havia sido denunciado por violência doméstica anteriormente.

A família pede justiça e aguarda o desenrolar do inquérito. "Não queremos que ele fique impune. Ela merece justiça", disse o irmão da vítima.

O perfil do suspeito: pedreiro com histórico de violência

O pedreiro, de 38 anos, já tinha passagens pela polícia por agressão e ameaça. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública de Minas Gerais, ele responde a processos por violência doméstica.

A Polícia Civil investiga se o crime foi premeditado. "As circunstâncias indicam que ele foi até a casa dela com a intenção de matá-la", afirmou o delegado responsável pelo caso.

Feminicídio em Minas Gerais: contexto e dados

Minas Gerais registrou, em 2025, cerca de 200 casos de feminicídio, segundo dados da Secretaria de Segurança Pública. O número representa um aumento de 15% em relação ao ano anterior.

A Polícia Civil reforça a importância de denunciar casos de violência doméstica. "A denúncia pode salvar vidas. Qualquer sinal de agressão deve ser reportado", disse a delegada titular da Delegacia da Mulher.

O que diz a defesa do pedreiro

Até o momento, a defesa do pedreiro não se manifestou publicamente. O suspeito permanece preso à disposição da Justiça. A audiência de custódia está marcada para os próximos dias.

Perguntas Frequentes

O pedreiro confessou o crime?

Não. Segundo a Polícia Civil, o suspeito nega envolvimento no assassinato.

Qual a pena para feminicídio?

A pena para feminicídio no Brasil é de 12 a 30 anos de reclusão, podendo ser aumentada em caso de agravantes.

Como denunciar violência doméstica?

A denúncia pode ser feita pelo Disque 180 (Central de Atendimento à Mulher) ou pelo 190 (Polícia Militar).

O suspeito tinha histórico de agressão?

Sim. A Polícia Civil confirmou que o pedreiro já havia sido denunciado por violência doméstica anteriormente.

Onde ocorreu o crime?

O crime ocorreu em uma cidade do interior de Minas Gerais, cujo nome não foi divulgado para preservar a investigação.

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