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Pedreiro que matou ex a facadas diz à polícia que sonhava se casar com a vítima

ResumoSeverino Alves Pereira, pedreiro de 56 anos, confessou à polícia ter matado Paula Santos da Silva, de 37, a facadas em São Vicente. O autor afirmou que sonhava em se casar com a vítima, mas havia sido bloqueado do celular dela. Após o crime, Severino acompanhou a filha de Paula, de 9 anos, até a escola.

Severino Alves Pereira, pedreiro de 56 anos, confessou à polícia ter matado Paula Santos da Silva, de 37, a facadas em São Vicente. Ele afirmou que sonhava em casar com a vítima, mas havia sido bloqueado do celular dela. Após o crime, acompanhou a filha da vítima, de 9 anos, até

Ronaldo Pimenta
Ronaldo Pimenta Repórter de Esporte Mineiro · 19 de julho de 2026 · 3 min de leitura
Pedreiro que matou ex a facadas diz à polícia que sonhava se casar com a vítima

Pedreiro que matou ex a facadas diz à polícia que sonhava se casar com a vítima

Severino Alves Pereira, de 56 anos, confessou à polícia ter matado Paula Santos da Silva, de 37, a facadas em São Vicente, no litoral de São Paulo. Ele afirmou que sonhava em casar com a vítima, mas havia sido bloqueado do celular dela e descobriu uma conversa entre a mulher e o ex-namorado. Após o crime, ele acompanhou a filha da vítima, de 9 anos, até a delegacia antes de ser reconhecido como autor.

O depoimento do pedreiro à polícia

Severino Alves Pereira prestou depoimento à Polícia Civil após ser reconhecido como autor do crime. Ele contou que havia descoberto uma conversa entre Paula Santos da Silva e o ex-namorado dela. O pedreiro disse que foi até o trabalho da vítima para conversar, mas "perdeu a cabeça" e a esfaqueou "de raiva".

O que motivou o ataque

Segundo o depoimento, Severino afirmou que tinha o sonho de casar com Paula, mas recentemente havia sido bloqueado do celular da mulher, que não falava mais com ele. A descoberta da conversa com o ex-namorado teria sido o estopim para o crime. O pedreiro não deu detalhes sobre o conteúdo da conversa.

O crime em São Vicente

O ataque ocorreu em São Vicente, no litoral de São Paulo. Câmeras de segurança flagraram o momento em que Severino atacou Paula a facadas. A vítima, de 37 anos, não resistiu aos ferimentos e morreu no local. O caso foi registrado como feminicídio pela Polícia Civil.

O papel do pedreiro após o ataque

Após esfaquear Paula, Severino retornou ao condomínio onde morava para ver a filha da vítima, de 9 anos. Ele chegou a acompanhar a criança até a delegacia. Na ocasião, ainda não havia sido reconhecido como autor do crime e se identificou aos policiais e às testemunhas como companheiro da mulher.

A identificação do suspeito

Severino foi reconhecido como autor do crime após análise de imagens de segurança e depoimentos de testemunhas. A irmã da vítima também prestou depoimento à polícia, mas o conteúdo não foi divulgado. O pedreiro foi preso em flagrante e encaminhado ao sistema prisional.

O que diz a defesa

Até o momento, não há informações sobre a defesa de Severino Alves Pereira. O caso segue sob investigação da Polícia Civil de São Vicente, que deve ouvir novas testemunhas e concluir o inquérito nos próximos dias.

Impacto do crime na comunidade

O feminicídio em São Vicente gerou comoção entre moradores e familiares da vítima. Paula Santos da Silva deixa uma filha de 9 anos, que estava sob os cuidados do pedreiro após o crime. A criança foi entregue a familiares após a prisão de Severino.

Como denunciar violência doméstica

Em casos de violência doméstica, a orientação é ligar para o 180 (Central de Atendimento à Mulher) ou procurar a delegacia mais próxima. A denúncia pode ser anônima e ajuda a prevenir tragédias como a de São Vicente.

Perguntas Frequentes

O que Severino disse à polícia?

Severino Alves Pereira disse que sonhava se casar com Paula Santos da Silva, mas havia sido bloqueado do celular dela. Ele descobriu uma conversa entre a vítima e o ex-namorado, foi até o trabalho dela para conversar, "perdeu a cabeça" e a esfaqueou "de raiva".

Onde ocorreu o crime?

O crime ocorreu em São Vicente, no litoral de São Paulo. Severino atacou Paula a facadas no local de trabalho dela.

O que aconteceu com a filha da vítima?

Após o ataque, Severino retornou ao condomínio para ver a filha da vítima, de 9 anos, e a acompanhou até a delegacia. A criança foi entregue a familiares após a prisão do pedreiro.

Como o pedreiro foi identificado?

Severino foi reconhecido como autor do crime após análise de imagens de segurança e depoimentos de testemunhas. Ele se identificou como companheiro da mulher antes de ser preso.

O que fazer em caso de violência doméstica?

Ligue para o 180 (Central de Atendimento à Mulher) ou procure a delegacia mais próxima. A denúncia pode ser anônima e é fundamental para prevenir feminicídios.

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