Pedreiro que matou ex a facadas diz à polícia que sonhava se casar com a vítima
Severino Alves Pereira, pedreiro de 56 anos, confessou à polícia ter matado Paula Santos da Silva, de 37, a facadas em São Vicente. Ele afirmou que sonhava em casar com a vítima, mas havia sido bloqueado do celular dela. Após o crime, acompanhou a filha da vítima, de 9 anos, até
Pedreiro que matou ex a facadas diz à polícia que sonhava se casar com a vítima
Severino Alves Pereira, de 56 anos, confessou à polícia ter matado Paula Santos da Silva, de 37, a facadas em São Vicente, no litoral de São Paulo. Ele afirmou que sonhava em casar com a vítima, mas havia sido bloqueado do celular dela e descobriu uma conversa entre a mulher e o ex-namorado. Após o crime, ele acompanhou a filha da vítima, de 9 anos, até a delegacia antes de ser reconhecido como autor.
O depoimento do pedreiro à polícia
Severino Alves Pereira prestou depoimento à Polícia Civil após ser reconhecido como autor do crime. Ele contou que havia descoberto uma conversa entre Paula Santos da Silva e o ex-namorado dela. O pedreiro disse que foi até o trabalho da vítima para conversar, mas "perdeu a cabeça" e a esfaqueou "de raiva".
O que motivou o ataque
Segundo o depoimento, Severino afirmou que tinha o sonho de casar com Paula, mas recentemente havia sido bloqueado do celular da mulher, que não falava mais com ele. A descoberta da conversa com o ex-namorado teria sido o estopim para o crime. O pedreiro não deu detalhes sobre o conteúdo da conversa.
O crime em São Vicente
O ataque ocorreu em São Vicente, no litoral de São Paulo. Câmeras de segurança flagraram o momento em que Severino atacou Paula a facadas. A vítima, de 37 anos, não resistiu aos ferimentos e morreu no local. O caso foi registrado como feminicídio pela Polícia Civil.
O papel do pedreiro após o ataque
Após esfaquear Paula, Severino retornou ao condomínio onde morava para ver a filha da vítima, de 9 anos. Ele chegou a acompanhar a criança até a delegacia. Na ocasião, ainda não havia sido reconhecido como autor do crime e se identificou aos policiais e às testemunhas como companheiro da mulher.
A identificação do suspeito
Severino foi reconhecido como autor do crime após análise de imagens de segurança e depoimentos de testemunhas. A irmã da vítima também prestou depoimento à polícia, mas o conteúdo não foi divulgado. O pedreiro foi preso em flagrante e encaminhado ao sistema prisional.
O que diz a defesa
Até o momento, não há informações sobre a defesa de Severino Alves Pereira. O caso segue sob investigação da Polícia Civil de São Vicente, que deve ouvir novas testemunhas e concluir o inquérito nos próximos dias.
Impacto do crime na comunidade
O feminicídio em São Vicente gerou comoção entre moradores e familiares da vítima. Paula Santos da Silva deixa uma filha de 9 anos, que estava sob os cuidados do pedreiro após o crime. A criança foi entregue a familiares após a prisão de Severino.
Como denunciar violência doméstica
Em casos de violência doméstica, a orientação é ligar para o 180 (Central de Atendimento à Mulher) ou procurar a delegacia mais próxima. A denúncia pode ser anônima e ajuda a prevenir tragédias como a de São Vicente.
Perguntas Frequentes
O que Severino disse à polícia?
Severino Alves Pereira disse que sonhava se casar com Paula Santos da Silva, mas havia sido bloqueado do celular dela. Ele descobriu uma conversa entre a vítima e o ex-namorado, foi até o trabalho dela para conversar, "perdeu a cabeça" e a esfaqueou "de raiva".
Onde ocorreu o crime?
O crime ocorreu em São Vicente, no litoral de São Paulo. Severino atacou Paula a facadas no local de trabalho dela.
O que aconteceu com a filha da vítima?
Após o ataque, Severino retornou ao condomínio para ver a filha da vítima, de 9 anos, e a acompanhou até a delegacia. A criança foi entregue a familiares após a prisão do pedreiro.
Como o pedreiro foi identificado?
Severino foi reconhecido como autor do crime após análise de imagens de segurança e depoimentos de testemunhas. Ele se identificou como companheiro da mulher antes de ser preso.
O que fazer em caso de violência doméstica?
Ligue para o 180 (Central de Atendimento à Mulher) ou procure a delegacia mais próxima. A denúncia pode ser anônima e é fundamental para prevenir feminicídios.