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Pastora investigada por estuprar meninas mandou vítima excluir conta com 14 mil fotos e vídeos

ResumoA pastora Arielly Kamila Moraes de Souza, de 24 anos, ordenou que uma vítima de 18 anos excluísse uma conta de e-mail contendo aproximadamente 14 mil fotos e vídeos. A ação visava impedir que o material fosse utilizado como prova contra a pastora e o marido, procurados por estuprar ao menos seis meninas em Roraima.

A pastora Arielly Kamila Moraes de Souza, de 24 anos, mandou uma vítima de 18 anos excluir uma conta de e-mail com cerca de 14 mil fotos e vídeos para impedir que o material fosse usado como prova. Ela e o marido são procurados por estuprar ao menos seis meninas em Roraima.

Inácio Bicalho
Inácio Bicalho Repórter de Interior e Agro · 19 de julho de 2026 · 3 min de leitura
Pastora investigada por estuprar meninas mandou vítima excluir conta com 14 mil fotos e vídeos

Pastora investigada por estuprar meninas mandou vítima excluir conta com 14 mil fotos e vídeos

A pastora Arielly Kamila Moraes de Souza, de 24 anos, mandou uma vítima de 18 anos excluir uma conta de e-mail que armazenava cerca de 14 mil fotos e vídeos, de acordo com a investigação. Para a Polícia Civil, o objetivo era impedir que o material fosse utilizado como prova. Ela e o marido, Wenderson Lima de Souza, de 32 anos, são procurados por estuprar ao menos seis meninas em Roraima.

O que diz a investigação

Segundo a Polícia Civil, a pastora Arielly Kamila Moraes de Souza ordenou que uma das vítimas, de 18 anos, apagasse uma conta de e-mail repleta de fotos e vídeos. Eram cerca de 14 mil arquivos. A orientação, segundo os investigadores, era clara: sumir com o material que poderia servir de prova contra o casal.

Quem são os investigados

Arielly Kamila Moraes de Souza, de 24 anos, e o marido dela, Wenderson Lima de Souza, de 32 anos, são pastores evangélicos e estão foragidos. Eles são procurados por estuprar ao menos seis meninas em Roraima. A tesoureira da igreja, Raquel Barros Lira da Silva, de 20 anos, também é investigada, mas por fraude processual.

O vídeo e a quebra do celular

A tesoureira gravou um vídeo em que aparece junto com uma das vítimas e uma adolescente, de 17 anos, quebrando um celular. A cena foi registrada a mando dos pastores, segundo a investigação. O objetivo era destruir provas que pudessem incriminar o casal.

O que diz a defesa

Em nota, a defesa do casal informou que eles são inocentes, primários, têm bons antecedentes e que nunca responderam a processos criminais. Disse ainda que tenta acesso aos autos para se manifestar sobre o pedido de prisão. Até o momento, o casal segue foragido.

Fraude processual: o que significa

A tesoureira Raquel Barros Lira da Silva é investigada por fraude processual. O crime ocorre quando alguém tenta atrapalhar uma investigação ou processo judicial, destruindo ou escondendo provas. No caso, a quebra do celular e a exclusão da conta de e-mail são os atos sob suspeita.

O interior também é Minas

Eu, que venho do interior de Minas, sei como uma notícia dessas ecoa nas pequenas cidades. Lá, a igreja muitas vezes é o centro da comunidade, e a confiança nos líderes religiosos é grande. Quando um caso como esse vem à tona, ele não abala só as vítimas, mas toda a rede de fé e apoio que sustenta o dia a dia das pessoas. A seca não é notícia só quando vira tragédia; o abuso também não deveria ser notícia só quando vira escândalo nacional.

O que esperar daqui para frente

A Polícia Civil de Roraima continua as buscas pelo casal. A investigação apura o estupro de ao menos seis meninas, mas o número pode crescer à medida que novas vítimas aparecerem. A comunidade local espera que a Justiça seja feita e que os responsáveis sejam punidos.

Perguntas Frequentes

O que é fraude processual?

Fraude processual é o crime de tentar atrapalhar uma investigação ou processo judicial, destruindo ou escondendo provas.

Quantas vítimas o casal é acusado de estuprar?

Ao menos seis meninas em Roraima, segundo a investigação da Polícia Civil.

O que aconteceu com o celular quebrado?

A tesoureira da igreja, junto com uma vítima e uma adolescente, quebrou o celular a mando dos pastores, conforme registrado em vídeo.

O casal foi preso?

Não. Arielly Kamila e Wenderson Lima estão foragidos.

O que a defesa alega?

Que eles são inocentes, primários, têm bons antecedentes e nunca responderam a processos criminais.

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