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Padre preso suspeito de estupro no litoral de SP já foi condenado por abuso em Franca

ResumoO padre Jucelino de Oliveira, 58 anos, foi preso em Praia Grande (SP) sob suspeita de estupro. O religioso já possuía condenação de 12 anos de prisão por abuso sexual de criança em Franca (SP). A nova detenção ocorreu em decorrência de investigação recente. O caso tramita na Justiça paulista.

O padre Jucelino de Oliveira, 58, preso em Praia Grande sob suspeita de estupro, já foi condenado a 12 anos por abuso de criança em Franca. Entenda o caso.

Ronaldo Pimenta
Ronaldo Pimenta Repórter de Esporte Mineiro · 09 de setembro de 2026 · 2 min de leitura
Padre preso suspeito de estupro no litoral de SP já foi condenado por abuso em Franca

O padre Jucelino de Oliveira, de 58 anos, preso na noite de sexta-feira (4) em Praia Grande, no litoral de São Paulo, sob suspeita de estupro de vulnerável, já tem uma condenação anterior por crime sexual contra uma criança. A sentença veio da Justiça de Franca (SP), cidade do interior paulista, e envolve um caso ocorrido em 2006.

Em julho de 2009, ele foi condenado a 12 anos de reclusão, em regime inicialmente fechado, por estupro e atentado violento ao pudor contra uma menina de 10 anos. A pena foi aplicada pelo juiz Paulo Sérgio Jorge Filho, da 3ª Vara Criminal de Franca. Na época, o padre tinha 41 anos e pertencia ao clero da Diocese de Santo Amaro, na capital paulista.

O crime, segundo o Ministério Público de Franca, ocorreu em janeiro de 2006. A denúncia só chegou à polícia em outubro daquele ano, depois que a menina relatou o ocorrido a uma prima. Os pais da vítima então registraram a ocorrência na Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Franca.

Agora, quase duas décadas depois, o religioso volta a ser alvo de investigação, desta vez no litoral. A prisão mais recente ocorreu em Praia Grande, sob suspeita de estupro de vulnerável. A reportagem do g1 não localizou o registro da nova ocorrência até a publicação desta matéria.

O histórico judicial de Jucelino de Oliveira levanta um ponto que quem acompanha casos de violência sexual conhece bem: a reincidência costuma vir depois de longos períodos de silêncio das vítimas. No caso de Franca, o intervalo entre o crime e a denúncia foi de nove meses, o que mostra como a revelação costuma ser um processo lento e doloroso.

A condenação de 2009, com regime inicialmente fechado, indica a gravidade que a Justiça de Franca atribuiu ao caso na época. Agora, cabe às autoridades do litoral apurar as novas suspeitas e decidir os próximos passos do processo. O g1 segue acompanhando o desdobramento do caso justiça e segurança pública.

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