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Operação resgata 89 trabalhadores em condições irregulares na colheita de café em MG

ResumoOperação conjunta do Ministério Público do Trabalho (MPT), Auditoria-Fiscal do Trabalho em Minas Gerais e Polícia Federal resgatou 89 trabalhadores em condições irregulares na colheita de café. A ação ocorreu nos municípios de Alto Caparaó, Mutum e Santana do Manhuaçu, na Zona da Mata mineira. As irregularidades comprometem a renda e a dignidade dos trabalhadores rurais.

Uma operação conjunta do MPT, Auditoria-Fiscal do Trabalho em MG e PF resgatou 89 trabalhadores na colheita de café. A ação ocorreu em Alto Caparaó, Mutum e Santana do Manhuaçu, na Zona da Mata mineira, e revela condições irregulares que afetam a renda e a dignidade no campo.

Sérgio Tadeu Mafra
Sérgio Tadeu Mafra Repórter de Economia Regional · 30 de julho de 2026 · 2 min de leitura
Operação resgata 89 trabalhadores em condições irregulares na colheita de café em MG

Operação resgata 89 trabalhadores em condições irregulares na colheita de café

Uma operação conjunta do Ministério Público do Trabalho (MPT), da Auditoria-Fiscal do Trabalho em Minas Gerais e da Polícia Federal (PF) resgatou 89 trabalhadores que atuavam em condições irregulares na colheita de café. A ação ocorreu em propriedades rurais nos municípios de Alto Caparaó, Mutum e Santana do Manhuaçu, na Zona da Mata mineira.

Trabalhadores resgatados na colheita de café em MG

Os 89 trabalhadores estavam em situação que viola direitos trabalhistas básicos. A operação conjunta envolveu três órgãos: o MPT, a Auditoria-Fiscal do Trabalho em Minas Gerais e a PF. As propriedades fiscalizadas ficam na Zona da Mata, região tradicional na produção de café.

Onde ocorreu o resgate: Alto Caparaó, Mutum e Santana do Manhuaçu

Os municípios de Alto Caparaó, Mutum e Santana do Manhuaçu foram alvo da fiscalização. A região responde por parte significativa da colheita de café em Minas Gerais, estado que lidera a produção nacional.

Condições irregulares afetam renda e dignidade no campo

Para quem vive do trabalho rural, a situação resgatada expõe um problema recorrente: a precarização que reduz a renda e a segurança. A falta de registro, jornadas excessivas e alojamentos inadequados são alguns dos problemas flagrados. fiscalização do trabalho rural em MG

Histórico de operações na Zona da Mata mineira

A Zona da Mata já foi palco de outras ações do MPT e da PF. Em anos anteriores, operações semelhantes resgataram dezenas de trabalhadores em lavouras de café e cana. O padrão se repete: contratação informal, sem garantias legais.

Impacto na economia regional e no emprego local

Cada trabalhador resgatado representa uma família que depende do café para viver. A irregularidade significa menos direitos e, muitas vezes, endividamento com fornecedores. A operação, portanto, não é apenas fiscalização, é um fator que mexe com a renda de comunidades inteiras.

Próximos passos da investigação

As autoridades seguem apurando as condições exatas das contratações. Não há, até o momento, informações sobre multas ou indiciamentos. A tendência é que os trabalhadores recebam verbas rescisórias e sejam reinseridos no mercado formal.

Perguntas Frequentes

Quantos trabalhadores foram resgatados?

Foram 89 trabalhadores resgatados em condições irregulares na colheita de café.

Quem participou da operação?

A operação foi conjunta do Ministério Público do Trabalho (MPT), da Auditoria-Fiscal do Trabalho em Minas Gerais e da Polícia Federal (PF).

Onde ocorreu o resgate?

Em propriedades rurais nos municípios de Alto Caparaó, Mutum e Santana do Manhuaçu, na Zona da Mata mineira.

O que acontece com os trabalhadores resgatados?

Eles são retirados das condições irregulares e encaminhados para receber verbas rescisórias e apoio para reinserção no mercado formal.

A região já teve casos semelhantes?

Sim, a Zona da Mata mineira já foi alvo de operações anteriores do MPT e da PF em lavouras de café e cana.

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