Obras inacabadas em Mariana: placas com nomes e gastos
Obras inacabadas em Mariana deveriam receber placas identificando quem iniciou e quanto esperdiçou. Veja a análise e o impacto para a população.
Obras inacabadas em Mariana deveriam receber placas identificando quem iniciou e quanto esperdiçou
Obras inacabadas em Mariana deveriam receber placas identificando quem iniciou e quanto esperdiçou, para que a população nunca esqueça os nomes dos responsáveis. A proposta, feita à atual gestão, ganha força diante de pelo menos quatro grandes empreendimentos parados no município.
Por que placas em obras inacabadas podem mudar a cobrança popular
Cada obra inacabada deveria ter uma placa informando quem começou e quanto gastou ali. O objetivo é lembrar a população o nome destes políticos, para que nunca mais sejam esquecidos. A medida ajudaria a transformar o abandono em memória e cobrança.
Matadouro Municipal, nova prefeitura e laticínio: o retrato do abandono
O Matadouro Municipal de Mariana é uma obra grandiosa, com dois andares, logo depois do Morro Santana, sentido Antônio Pereira. No bairro Vamos Vamos, próximo ao supermercado BH, estão as colunas da nova prefeitura, imensas e inacabadas. Entre os distritos de Bandeirantes e Padre Viegas, na beira da rodovia, ficam as instalações do Laticínio e Fábrica de Mel. As três obras têm em comum o abandono e o desperdício, resultado da falta de planejamento, de continuidade e de projeto de governo.
Acesso ao Cabanas e Centro de Convenções: projetos que não saíram do papel
Há também o projeto do novo acesso ao bairro Cabanas, cuja área foi desapropriada e paga, mas não teve prosseguimento, apesar de visitas da Comissão de Obras dos vereadores. O Centro de Convenções foi inaugurado e está inacabado, pois falta o auditório.
Lei nº 11/2017: a tentativa de frear inaugurações prematuras
Eram tantas obras inacabadas que a Câmara de Mariana aprovou a lei nº 11/2017, proibindo inaugurar obras inacabadas. Mesmo assim, houve inauguração de UPA sem conclusão, mostrando que fazer leis não basta. Foi necessária intervenção do Governo atual de Juliano e Sônia Azzi para resolver pendências, mas a pressa de colocar o nome na placa foi maior que entregar obra pronta.
O posto de Saúde do Rosário: um caso de retomada
O posto de Saúde do Rosário foi retomado pela administração Juliano Duarte e Sônia Azzi. Uma obra inacabada a menos, que em breve servirá à população.
O impacto para o trabalhador e o emprego local
Economia de Minas se mede na lavoura e na mina, mas também nas obras públicas que geram renda. Cada empreendimento parado significa menos postos de trabalho e menos retorno para o município. Número sem contexto não alimenta ninguém: a pergunta que fica é quantos milhões foram esperdiçados.
O que esperar dos próximos meses
A tendência é que a atual gestão enfrente o desafio de retomar ou enterrar de vez esses projetos. A cobrança por transparência, com placas e nomes, pode pressionar por mais responsabilidade. Que os políticos aprendam com o desastroso passado e não iniciem obras sem condições de concluí-las, pois isso é desperdício do dinheiro público, pago via impostos.
Perguntas Frequentes
Quais obras inacabadas existem em Mariana?
Matadouro Municipal, nova prefeitura, Laticínio e Fábrica de Mel, acesso ao Cabanas e Centro de Convenções, além da UPA, que foi inaugurada sem conclusão.
O que diz a lei nº 11/2017?
A lei, aprovada pela Câmara de Mariana, proíbe inaugurar obras inacabadas.
Quem retomou o posto de Saúde do Rosário?
A administração Juliano Duarte e Sônia Azzi retomou a obra, que está em fase de conclusão para atender a população.
Por que placas em obras inacabadas são importantes?
Para informar quem iniciou e quanto gastou, mantendo viva a memória do desperdício e permitindo cobrança popular.
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