Muro caído interdita veículos pesados em Nova Friburgo
Há oito meses, um muro está caído na Rua José Poletti, no bairro Rui Sanglar, em Nova Friburgo. A via foi interditada para veículos pesados e moradores relatam desvios de entregas e preocupação com a segurança, que piora em dias de chuva.
Um muro está caído há oito meses na Rua José Poletti, no bairro Rui Sanglar, em Nova Friburgo, na Região Serrana do Rio. O problema começou após uma intervenção feita em um imóvel particular e acabou afetando também a área pública, com a desestabilização de parte da via. Desde então, o trecho precisou ser interditado para a circulação de veículos pesados.
Caminhões e ônibus não conseguem passar pelo local. Segundo os relatos dos moradores, entregas precisam fazer desvios e, em algumas situações, os veículos não conseguem chegar até as casas. A rotina de quem vive ali foi alterada, e a preocupação aumenta nos dias de chuva, quando as condições de segurança para quem precisa passar pela rua ficam ainda mais delicadas.
Eu moro no interior de Minas e conheço bem essa cena: quando uma via cede, não é só o asfalto que racha, é o dia inteiro de quem depende dela. Em Nova Friburgo, os moradores colocaram uma placa no local há cerca de dois meses. Naquele momento, o muro já estava no chão havia seis meses. Desde então, segundo eles, nenhuma solução definitiva foi realizada.
O que muda para quem passa pela Rua José Poletti
A interdição para veículos pesados tem efeito em cadeia. Caminhões de entrega precisam buscar rotas alternativas, o que pode atrasar o abastecimento de comércios e residências. Ônibus também ficam de fora do trecho, o que interfere no deslocamento de quem depende do transporte público. Em alguns casos, os veículos não conseguem chegar até as casas.
A segurança de pedestres é outra queixa. Sem o reparo na encosta, a passagem vira ponto de atenção, sobretudo em períodos de chuva, quando o terreno fica mais instável. Os moradores relatam que a sensação de risco é constante.
O que os moradores esperam
A comunidade cobra uma solução definitiva para o local. A placa colocada há cerca de dois meses é uma forma de chamar atenção para o problema que já dura oito meses. Enquanto isso, a vida na rua segue com desvios, entregas comprometidas e a insegurança de quem precisa passar por ali todos os dias.