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Moradores da Região Oeste de BH há 10 dias sem água; EMEI suspende aulas

ResumoA Região Oeste de Belo Horizonte enfrenta 10 dias de desabastecimento de água, conforme relato de moradores. A EMEI local suspendeu aulas nesta quarta-feira (2) devido à falta do recurso. A Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) atribui o problema à Copasa, responsável pelo fornecimento na área.

Moradores da Região Oeste de Belo Horizonte relatam estar há 10 dias sem água. Nesta quarta (2), uma escola municipal suspendeu as aulas. A PBH diz que o problema é da Copasa.

Daniele Xavier
Daniele Xavier Repórter de Cidades · 02 de setembro de 2026 · 1 min de leitura
Moradores da Região Oeste de BH há 10 dias sem água; EMEI suspende aulas

Moradores da Região Oeste de Belo Horizonte relatam que estão há 10 dias sem água. Segundo eles, o abastecimento não foi normalizado desde a interrupção, e a falta d'água já afeta serviços públicos e o funcionamento de escolas.

A EMEF Francisca de Paula, na Região Oeste, suspendeu as atividades no turno da manhã desta quarta-feira (2) por causa do desabastecimento. A previsão da Secretaria Municipal de Educação é que as aulas sejam retomadas à tarde. Na terça-feira (1º), outras duas unidades da região, a EMEI Maria Sales Ferreira e a EMEF Professora Efigênia Vidigal, também tiveram aulas suspensas. Segundo a Prefeitura de Belo Horizonte (PBH), as duas retomam normalmente as atividades nesta quarta.

A PBH informou que acompanha a situação do abastecimento junto às direções das escolas e ressaltou que o problema é de responsabilidade da Copasa. A Secretaria Municipal de Educação afirmou ainda que medidas operacionais estão sendo adotadas para minimizar os impactos.

Para quem enfrenta o desabastecimento, o caminho é registrar a reclamação formal junto à Copasa, que é a concessionária responsável pelo serviço na capital. Moradores podem usar os canais oficiais da companhia para pedir informações sobre previsão de normalização e, se necessário, solicitar caminhão-pipa em casos de urgência.

A situação segue em acompanhamento pelas autoridades municipais. A orientação é que a população continue reportando os transtornos para que o poder público e a concessionária tenham ciência da extensão do problema na Região Oeste de BH.

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