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Milei chama de "válida e lícita" faixa das Malvinas exibida pela Argentina

ResumoO presidente argentino Javier Milei classificou como "válida e lícita" a faixa exibida por jogadores argentinos com a frase "As Malvinas são argentinas" durante as Eliminatórias. A declaração reacende a disputa diplomática sobre a soberania do arquipélago, contestada pelo Reino Unido.

O presidente argentino, Javier Milei, classificou como "válida e lícita" a faixa exibida por jogadores argentinos com os dizeres "As Malvinas são argentinas" durante as Eliminatórias. A declaração reacende a disputa diplomática sobre a soberania do arquipélago, que o Reino Unido

Marília Stefani
Marília Stefani Repórter de Segurança Pública · 16 de julho de 2026 · 2 min de leitura
Milei chama de "válida e lícita" faixa das Malvinas exibida pela Argentina

Milei chama de "válida e lícita" faixa das Malvinas exibida pela Argentina

O presidente argentino, Javier Milei, chamou de "válida e lícita" a faixa com a inscrição "As Malvinas são argentinas" exibida por jogadores durante as Eliminatórias da Copa do Mundo. A declaração ocorre em meio à tradicional disputa de soberania sobre o arquipélago, que o Reino Unido administra desde 1833.

Contexto da declaração

A manifestação aconteceu após a partida entre Argentina e Brasil, quando atletas argentinos mostraram uma faixa com a frase "As Malvinas são argentinas". Milei, em entrevista, endossou o ato: "É uma reivindicação válida e lícita do nosso povo". A fala do presidente argentino ecoa a posição histórica do país, que nunca reconheceu a soberania britânica sobre as ilhas.

Repercussão diplomática

O governo brasileiro, por meio do Ministério das Relações Exteriores, afirmou que "a posição do Brasil é de apoio à autodeterminação dos povos". A declaração de Milei gerou reações no Reino Unido, que classificou o ato como "provocação desnecessária". Especialistas em relações internacionais apontam que o episódio pode tensionar as negociações bilaterais entre Argentina e Reino Unido.

Histórico da disputa

A Guerra das Malvinas, em 1982, marcou o conflito armado entre Argentina e Reino Unido pela posse do arquipélago. Desde então, a Argentina mantém a reivindicação diplomática, com apoio de países da América do Sul. A faixa exibida pelos jogadores argentinos reacende o debate sobre a soberania das ilhas.

Posição de Milei

Milei, que assumiu a presidência em dezembro de 2023, já havia sinalizado que manteria a reivindicação argentina sobre as Malvinas. Em seu discurso de posse, afirmou que "as Malvinas são e serão argentinas". A declaração recente reforça esse compromisso, mas também gera críticas de setores que defendem uma abordagem mais conciliatória.

Reação do público

Nas redes sociais, a faixa dividiu opiniões. Enquanto parte dos argentinos apoiou a manifestação como legítima, outros criticaram a politização do esporte. No Brasil, a repercussão foi menor, mas houve comentários de torcedores que consideraram o ato desrespeitoso.

Próximos passos

Diplomatas argentinos e britânicos devem se reunir nos próximos meses para discutir questões relacionadas às Malvinas, incluindo exploração de petróleo e pesca. A declaração de Milei pode influenciar o tom das negociações.

Perguntas Frequentes

A faixa exibida pelos jogadores argentinos foi oficial?

Sim, a faixa foi exibida durante a partida entre Argentina e Brasil, nas Eliminatórias da Copa do Mundo.

Qual foi a reação do governo brasileiro?

O Brasil declarou apoio à autodeterminação dos povos, sem tomar partido na disputa.

Milei já havia se manifestado sobre as Malvinas antes?

Sim, em seu discurso de posse, Milei afirmou que as Malvinas são argentinas.

A faixa gerou protestos no Reino Unido?

O governo britânico classificou o ato como provocação desnecessária.

Há chances de novo conflito armado?

Especialistas consideram remota a possibilidade de conflito armado, mas a tensão diplomática deve aumentar.

O que diz a legislação internacional sobre as Malvinas?

A ONU reconhece a disputa de soberania e incentiva negociações pacíficas entre Argentina e Reino Unido.

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