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Mendonça afasta diretor da PF Andrei Rodrigues

ResumoAndrei Rodrigues, diretor-geral da Polícia Federal, foi afastado preventivamente pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, em decisão urgente divulgada nesta terça-feira (8). A medida cautelar determina o afastamento do cargo sem prazo definido. A ação judicial ocorre no contexto de investigações que envolvem a cúpula da PF.

O ministro André Mendonça, do STF, determinou nesta terça-feira (8) o afastamento preventivo do diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues. A decisão foi divulgada em caráter urgente.

Cláudia Resende
Cláudia Resende Repórter de Saúde e Educação · 08 de setembro de 2026 · 1 min de leitura
Mendonça afasta diretor da PF Andrei Rodrigues

O ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), determinou nesta terça-feira (8) o afastamento preventivo do diretor-geral da PF (Polícia Federal), Andrei Rodrigues. A decisão foi tomada em caráter cautelar, conforme noticiado pela CNN Brasil.

A medida atinge o mais alto cargo da Polícia Federal. Andrei Rodrigues está à frente da instituição desde o início do atual governo. O afastamento preventivo, como o nome indica, é uma decisão provisória, tomada antes de um julgamento definitivo. Ainda não há informações sobre os motivos que levaram à determinação nem sobre o prazo de vigência.

A notícia foi publicada em formato de atualização. Isso significa que novos detalhes devem ser divulgados nas próximas horas. Para quem acompanha a política de segurança pública, a decisão de um ministro do STF contra o diretor-geral da PF é um fato raro e de grande repercussão.

Por ora, o que se sabe é o seguinte: Mendonça, relator de processos que tramitam na Corte, assinou a decisão nesta terça-feira. A PF, por sua vez, ainda não se manifestou publicamente sobre o caso. A recomendação é acompanhar os desdobramentos pelos canais oficiais do STF e da própria Polícia Federal.

impacto na segurança pública

A decisão de Mendonça ocorre em um contexto de tensões entre os Poderes. Mas, sem dados oficiais adicionais, não é possível afirmar qual será o impacto prático na rotina da corporação. O que se espera é que a Corte ou a própria PF esclareça os próximos passos nos próximos dias.

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