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Médica presa suspeita em esquema de R$ 27 milhões atuou na Santa Casa até janeiro

ResumoA médica Olívia Paroschi Jafar, presa na Operação Gutenberg, atuou como plantonista na Santa Casa de Campo Grande até janeiro de 2026. A profissional é suspeita de integrar esquema de R$ 27 milhões na compra de livros. O hospital não é alvo da investigação.

Médica presa suspeita de integrar esquema de R$ 27 milhões na compra de livros atuou como plantonista na Santa Casa de Campo Grande até janeiro de 2026. Olívia Paroschi Jafar, alvo da Operação Gutenberg, prestava serviços como PJ. O hospital não é alvo da investigação.

Cláudia Resende
Cláudia Resende Repórter de Saúde e Educação · 21 de julho de 2026 · 4 min de leitura
Médica presa suspeita em esquema de R$ 27 milhões atuou na Santa Casa até janeiro

Médica presa suspeita em esquema de R$ 27 milhões na compra de livros deu plantões na Santa Casa até janeiro

A médica Olívia Paroschi Jafar, alvo da Operação Gutenberg e presa em 7 de julho, atuou como plantonista no Pronto Atendimento do Privado (Prontomed) da Santa Casa de Campo Grande até janeiro de 2026. Ela prestava serviços como Pessoa Jurídica (PJ). O hospital não é alvo da investigação.

A médica Olívia Paroschi Jafar, alvo da Operação Gutenberg e presa em 7 de julho, atuou como plantonista no Pronto Atendimento do Privado (Prontomed) da Santa Casa de Campo Grande até janeiro de 2026. Ela prestava serviços como Pessoa Jurídica (PJ). O hospital não é alvo da investigação.

Quem é Olívia Paroschi Jafar, a médica presa no esquema

Olívia Paroschi Jafar é investigada na Operação Gutenberg, que apura a atuação de uma organização criminosa suspeita de usar a regulação de vagas, exames e cirurgias do Sistema Único de Saúde (SUS) para desviar recursos. O esquema, que envolve a compra de livros, teria movimentado R$ 27 milhões.

A médica foi presa em 7 de julho e deixou a prisão no sábado (18), após pagar fiança e passar a usar tornozeleira eletrônica. Ela é apontada como integrante do chamado 'Clã Jafar', uma família suspeita de comandar o esquema milionário em Mato Grosso do Sul.

O vínculo de Olívia com a Santa Casa de Campo Grande

Segundo a Santa Casa, Olívia começou a trabalhar na instituição em janeiro de 2025, como autônoma. Depois, formalizou a prestação de serviços por meio da empresa Jafar Estética e Saúde Ltda. O último registro de plantão na Instituição foi em janeiro de 2026.

O hospital não é alvo da investigação. A Santa Casa de Campo Grande é uma instituição filantrópica que atende pacientes do SUS e convênios. O Prontomed é o Pronto Atendimento do Privado, onde a médica atuava como plantonista.

O que é a Operação Gutenberg

A Operação Gutenberg investiga uma organização criminosa suspeita de usar a regulação de vagas, exames e cirurgias do SUS para desviar recursos. O esquema, que envolve a compra de livros, teria movimentado R$ 27 milhões.

A operação é conduzida pelo Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) e pela Polícia Civil. O nome 'Gutenberg' faz referência à impressão de livros, já que o esquema envolvia a compra de obras literárias com recursos públicos.

O 'Clã Jafar': a família suspeita de comandar o esquema

A família Jafar é apontada como a responsável pelo esquema milionário. O 'Clã Jafar' teria herdado e expandido o esquema, que envolve a compra de livros com recursos do SUS.

A médica Olívia Paroschi Jafar é uma das integrantes da família investigada. Ela foi presa em 7 de julho e solta no sábado (18), após pagar fiança e usar tornozeleira eletrônica.

Impacto para os pacientes da Santa Casa

Para os pacientes da Santa Casa de Campo Grande, a situação levanta dúvidas sobre a continuidade dos serviços. A instituição informou que a médica não atua mais na unidade desde janeiro de 2026.

O hospital não é alvo da investigação, o que significa que os serviços prestados no Prontomed não estão sob suspeita. A Santa Casa segue atendendo pacientes do SUS e convênios normalmente.

O que diz a defesa de Olívia

A defesa de Olívia Paroschi Jafar não foi localizada para comentar o caso. A médica deixou a prisão no sábado (18), após pagar fiança e passar a usar tornozeleira eletrônica.

Perguntas Frequentes

A médica Olívia Paroschi Jafar ainda trabalha na Santa Casa?

Não. O último registro de plantão na instituição foi em janeiro de 2026, segundo a Santa Casa.

A Santa Casa é investigada na Operação Gutenberg?

Não. O hospital não é alvo da investigação.

O que é a Operação Gutenberg?

É uma operação do Ministério Público de Mato Grosso do Sul e da Polícia Civil que investiga uma organização criminosa suspeita de desviar recursos do SUS com a compra de livros.

Quanto dinheiro foi desviado no esquema?

O esquema teria movimentado R$ 27 milhões, segundo a investigação.

Olívia Paroschi Jafar está presa?

Ela foi presa em 7 de julho e solta no sábado (18), após pagar fiança e usar tornozeleira eletrônica.

O que é o 'Clã Jafar'?

É a família suspeita de comandar o esquema milionário de desvio de recursos do SUS em Mato Grosso do Sul.

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