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Mãe de crianças desaparecidas fará coleta de DNA após suspeita de Allan nos EUA

ResumoMãe de crianças desaparecidas em Bacabal, no Maranhão, participou de reunião na Polícia Federal e realizará coleta de DNA para comparar com uma criança nos Estados Unidos, possivelmente identificada como Allan Michael, de 4 anos. O procedimento busca confirmar se a criança americana é o menino desaparecido. A ação integra investigação sobre o caso.

Mãe de crianças desaparecidas em Bacabal participou de reunião na PF e vai coletar DNA para comparar com criança nos EUA que pode ser Allan Michael, de 4 anos.

Ronaldo Pimenta
Ronaldo Pimenta Repórter de Esporte Mineiro · 09 de setembro de 2026 · 2 min de leitura
Mãe de crianças desaparecidas fará coleta de DNA após suspeita de Allan nos EUA

A mãe de Ágatha Isabelly, de 6 anos, e Allan Michael, de 4, desaparecidos há oito meses em Bacabal, no Maranhão, participou nesta quarta-feira (9) de uma reunião na sede da Polícia Federal, em São Luís, para tratar do apoio oferecido pela Interpol às buscas pelos filhos. Uma das principais medidas discutidas foi a coleta do material genético de Clarisse Cardoso para comparação com o DNA de uma criança encontrada nos Estados Unidos, que pode ser Allan Michael, segundo a advogada da família, Nathaly Moraes.

A possibilidade renovou a esperança da mãe, que afirmou acreditar que os filhos estejam vivos. "Eu estou me sentindo muito confiante, porque até então estava tudo muito esquecido. E hoje eu estou muito confiante de que meus filhos possam ser encontrados vivos", afirmou Clarisse após o encontro.

A coleta de DNA é um procedimento padrão em casos de desaparecimento e serve para confirmar, com precisão, se a criança encontrada em outro país é, de fato, filha de Clarisse. O material genético da mãe será comparado ao da criança que está nos EUA, o que pode encerrar o mistério que dura oito meses.

A advogada da família, Nathaly Moraes, confirmou que a Interpol abriu um procedimento para auxiliar nas buscas, o que dá caráter internacional à investigação. O caso, que antes parecia estagnado, ganhou novo fôlego com a possibilidade de Allan estar vivo e em território americano.

A reunião na PF marca uma virada no caso, que até então não tinha pistas concretas sobre o paradeiro das crianças. A confiança de Clarisse reflete o que a família considera um avanço real nas investigações, com a cooperação entre a Polícia Federal e a Interpol.

O próximo passo é a coleta do DNA, que deve ocorrer nos próximos dias. Enquanto isso, a família aguarda ansiosa por um resultado que pode mudar o desfecho da história. A torcida é para que a ciência confirme o que o coração da mãe já insiste em acreditar: que Allan e Ágatha estejam vivos e possam voltar para casa.

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