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Lula pede reformas profundas no Judiciário e na política

ResumoO presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu reformas profundas nos sistemas político e judiciário brasileiros em vídeo divulgado após o escândalo do Banco Master, classificado pelo mandatário como o maior roubo da história do país. A declaração presidencial aponta necessidade de mudanças estruturais para prevenir novos casos de corrupção e fortalecer a governança institucional.

O presidente Lula afirmou em vídeo que os sistemas político e judiciário precisam de reformas profundas após o escândalo do Banco Master, que ele classificou como o maior roubo da história do Brasil.

Vânia Drummond
Vânia Drummond Repórter de Cultura Mineira · 04 de setembro de 2026 · 1 min de leitura
Lula pede reformas profundas no Judiciário e na política

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou em vídeo publicado nas redes sociais na noite desta quinta-feira (3/9) que os sistemas político e judiciário do Brasil necessitam de "reformas profundas". O pronunciamento do chefe do Executivo abordou os desdobramentos do escândalo envolvendo o Banco Master, classificado por ele como "o maior roubo da história do Brasil".

No vídeo, Lula destacou que a investigação atingiu milhões de pessoas em diversos estados e municípios, lembrando que o banqueiro responsável pelo esquema, sem citar o nome de Vorcaro, foi preso e teve a instituição financeira fechada. Ele também enfatizou que a democracia brasileira não pode ser refém de "vazamentos seletivos", diante de suspeitas que envolvem políticos e agentes públicos.

Lula cobrou atuação firme do presidente da Suprema Corte e do procurador-geral da República para liderar um processo que assegure a integridade e a confiança nas apurações. Segundo o presidente, a preservação do respeito às instituições depende de atuações pautadas pela firmeza e pela transparência.

Ao defender que o compromisso público deve se sobrepor a interesses individuais, Lula defendeu a apuração irrestrita de todas as denúncias, sem proteções privilegiadas. "É fundamental que se investigue todo mundo, sem blindagem de ninguém, doa a quem doer", declarou o presidente.

A fala ocorre em meio à repercussão do caso, que segue gerando desdobramentos no cenário político e jurídico do país repercussão do caso Master no Congresso.

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