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Justiça ouve acusados por morte em rope jump

ResumoA Justiça de Limeira ouve nesta quinta-feira (17) os acusados pela morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, lançada sem cordas em um salto de rope jump em junho. A audiência no Fórum de Limeira define se o caso será levado a júri popular.

A Justiça ouve nesta quinta-feira (17) os acusados pela morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, lançada sem cordas em um salto de rope jump em junho. Audiência ocorre no Fórum de Limeira e define se o caso vai a júri.

Marília Stefani
Marília Stefani Repórter de Segurança Pública · 17 de setembro de 2026 · 2 min de leitura
Justiça ouve acusados por morte em rope jump

A Justiça realiza nesta quinta-feira (17) a primeira audiência de instrução do processo que apura a morte da jovem Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, lançada sem cordas durante um salto de rope jump em 13 de junho deste ano, entre Limeira (SP) e Cordeirópolis (SP). A audiência começa às 12h30 no Fórum de Limeira.

Nesta etapa, serão ouvidos os réus, as testemunhas e os demais envolvidos no caso. Concluída a instrução, o juiz decidirá se os acusados serão levados a julgamento pelo Tribunal do Júri.

Os réus são Luis Felipe Feliciano Egoroff, Maicon Fernandes Cintra, Vitor de Freitas Gonçalves e Evelyne dos Santos Gonçalves. Segundo a apuração, eles são os instrutores diretamente ligados ao salto da vítima e a mulher apontada como organizadora do evento. Todos estão presos preventivamente e respondem criminalmente por homicídio com dolo eventual qualificado.

O que muda a partir da audiência de instrução

A audiência desta quinta não é julgamento. É a fase em que o juiz coleta depoimentos para decidir se há elementos suficientes para levar o caso ao júri popular. Na prática, é o momento em que a acusação e a defesa apresentam suas versões e o juiz avalia se a denúncia se sustenta.

A prisão preventiva dos quatro réus foi mantida pela Justiça, conforme decisão anterior no processo. A manutenção da prisão nessa fase indica que o juiz considerou presentes os requisitos legais para mantê-los detidos enquanto a instrução corre.

Contexto do caso e o que está em discussão

O caso reacendeu o debate sobre a fiscalização de esportes radicais no interior de São Paulo. A discussão de política pública em torno do episódio envolve a exigência de certificação de instrutores, a responsabilidade de organizadores de eventos e a checagem de equipamentos antes de saltos.

Para quem acompanha o processo, a próxima etapa após a instrução é a decisão de pronúncia, quando o juiz define se os réus vão a júri. Não há prazo definido para essa decisão. segurança em esportes radicais

A reportagem procurou os envolvidos e não obteve retorno até a publicação. O espaço segue aberto para manifestação.

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