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Justiça solta 2º suspeito de enviar 400 kg de cocaína à Europa

ResumoA Justiça Federal em Guarulhos soltou o segundo suspeito preso pela invasão do Aeroporto Internacional de São Paulo, ligada ao envio de 400 kg de cocaína à Europa. A Polícia Federal segue coletando novas provas contra o homem, cuja participação no esquema ainda depende de mais indícios para sustentar a acusação.

A Justiça Federal em Guarulhos determinou a soltura do segundo homem preso por suposta participação na invasão do Aeroporto Internacional de São Paulo para enviar cerca de 400 kg de cocaína à Europa. A Polícia Federal trabalha para reunir mais indícios contra ele.

Marília Stefani
Marília Stefani Repórter de Segurança Pública · 03 de agosto de 2026 · 3 min de leitura
Justiça solta 2º suspeito de enviar 400 kg de cocaína à Europa

Justiça manda soltar 2º suspeito de tentar enviar 400 kg de cocaína para a Europa pelo Aeroporto Internacional de SP

A Justiça Federal em Guarulhos determinou a soltura do segundo homem preso pela Polícia Militar por suposta participação na invasão do Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, para enviar cerca de 400 kg de cocaína para a Europa. A decisão foi revelada pela TV Globo.

A Polícia Federal trabalha para reunir mais indícios contra o liberado, pois acredita que ele tenha envolvimento no caso. Já o primeiro suspeito preso, o operador de trator que aparece nas imagens conduzindo os traficantes pela área restrita, vai continuar preso.

O que se sabe sobre o segundo suspeito

Segundo a Polícia Militar, o segundo suspeito confessou que recebia cerca de R$ 50 mil por caixa de droga entregue para ser embarcada em aeronaves. Ele foi localizado escondido em um cômodo de um lava-rápido, após equipes analisarem imagens de câmeras de segurança e identificarem a caminhonete usada na fuga.

De acordo com o relato feito aos policiais, a função do homem era transportar a cocaína. A quantia por caixa, R$ 50 mil, indica a escala do esquema logístico montado para operar dentro do aeroporto.

O papel de cada envolvido

A investigação distingue dois perfis entre os presos. O operador de trator, flagrado conduzindo traficantes pela área restrita, permanece detido. O segundo, que atuava no transporte da droga, foi solto por decisão judicial.

A Polícia Federal, no entanto, não encerrou o trabalho. A apuração de novos indícios sugere que a soltura não representa o fim do caso para o suspeito, mas uma etapa processual.

Contexto da apreensão

A tentativa de embarque de 400 kg de cocaína para a Europa colocou em evidência a vulnerabilidade de áreas restritas do aeroporto. A ação envolveu invasão, uso de maquinário e logística interna, elementos que apontam para participação de funcionários ou pessoas com acesso ao local.

A quantia movimentada, R$ 50 mil por caixa, ajuda a dimensionar o retorno financeiro do tráfico internacional. Em comparação com outras apreensões no país, o volume de 400 kg é significativo e indica organização estruturada.

Medidas em discussão

A soltura do segundo suspeito reabre o debate sobre a efetividade das prisões preventivas em casos de tráfico internacional. A decisão da Justiça Federal em Guarulhos contrasta com a manutenção da prisão do operador de trator, o que sugere análise individualizada das provas.

A Polícia Federal, ao buscar novos indícios, sinaliza que a investigação segue aberta. A expectativa é que novas evidências possam reverter a situação processual do liberado.

Perguntas Frequentes

Por que o segundo suspeito foi solto?

A Justiça Federal em Guarulhos determinou a soltura. A Polícia Federal, porém, busca novos indícios por acreditar no envolvimento dele no caso.

Quem continua preso?

O operador de trator, primeiro suspeito preso, que aparece nas imagens conduzindo traficantes pela área restrita, permanece detido.

Quanto o segundo suspeito recebia?

Segundo a Polícia Militar, ele confessou que recebia cerca de R$ 50 mil por caixa de droga entregue para embarque.

Onde o segundo suspeito foi encontrado?

Ele foi localizado escondido em um cômodo de um lava-rápido, após a análise de câmeras de segurança que identificaram a caminhonete usada na fuga.

A Polícia Federal encerrou a investigação?

Não. A PF trabalha para reunir mais indícios contra o suspeito solto, segundo apuração da TV Globo.

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