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Fiesp critica atuação do governo brasileiro em negociação do novo tarifaço

ResumoA Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) critica a atuação do governo brasileiro nas negociações do novo tarifaço imposto pelos Estados Unidos. A entidade aponta falta de transparência e defende postura mais firme para proteger a indústria nacional.

A Fiesp critica a atuação do governo brasileiro nas negociações do novo tarifaço imposto pelos EUA. A entidade aponta falta de transparência e defende uma postura mais firme para proteger a indústria nacional. Veja os detalhes da crise.

Ronaldo Pimenta
Ronaldo Pimenta Repórter de Esporte Mineiro · 16 de julho de 2026 · 3 min de leitura
Fiesp critica atuação do governo brasileiro em negociação do novo tarifaço

A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) critica a atuação do governo brasileiro na negociação do novo tarifaço imposto pelos Estados Unidos. Para a entidade, a estratégia adotada pelo Executivo careceu de transparência e de um plano coordenado com o setor produtivo.

A Fiesp critica a atuação do governo brasileiro em negociação do novo tarifaço, apontando que as tratativas não levaram em conta os interesses específicos da indústria paulista, que responde por cerca de 30% do PIB industrial do país. A entidade defende que o Brasil precisa de uma posição mais firme e baseada em dados concretos para evitar perdas em setores como o de máquinas e equipamentos, autopeças e calçados.

O que diz a Fiesp sobre o tarifaço

A Fiesp critica a atuação do governo brasileiro em negociação do novo tarifaço, classificando o processo como "insuficiente" e "pouco transparente". A entidade afirma que o governo não compartilhou detalhes sobre os impactos setoriais das tarifas, nem apresentou um plano de mitigação. "A indústria precisa saber o que está sendo negociado para poder se preparar", diz o comunicado.

A posição do governo nas negociações

O governo brasileiro, por sua vez, defende que as conversas com os EUA estão em andamento e que busca um acordo equilibrado. No entanto, a Fiesp critica a atuação do governo brasileiro em negociação do novo tarifaço, sugerindo que faltou uma estratégia de longo prazo e que o Brasil poderia ter buscado aliados no Congresso americano para pressionar por mudanças.

Impactos para a indústria paulista

A indústria paulista é a mais exposta às tarifas americanas. Setores como o de autopeças, que exporta cerca de US$ 1,2 bilhão por ano para os EUA, podem ser duramente afetados. A Fiesp critica a atuação do governo brasileiro em negociação do novo tarifaço justamente por não ter dado prioridade a esses segmentos. A entidade sugere que o Brasil poderia ter usado a janela de negociação para reduzir tarifas de importação de insumos, compensando parcialmente o impacto.

O que esperar dos próximos passos

A expectativa é que o governo retome as conversas com a Fiesp e outras entidades para alinhar uma estratégia comum. A Fiesp critica a atuação do governo brasileiro em negociação do novo tarifaço, mas sinaliza que está disposta a colaborar, desde que haja maior transparência e participação do setor privado. A próxima reunião entre as partes está prevista para o final do mês.

Perguntas Frequentes

Por que a Fiesp critica o governo?

A Fiesp critica a atuação do governo brasileiro em negociação do novo tarifaço por considerar que faltou transparência e coordenação com o setor produtivo.

Qual o principal setor afetado?

O setor de autopeças é um dos mais expostos, com exportações anuais de cerca de US$ 1,2 bilhão para os EUA.

O que a Fiesp propõe?

A entidade defende uma negociação mais assertiva, com dados setoriais claros, e a redução de tarifas de importação de insumos para compensar perdas.

O governo já respondeu?

O governo afirma que as negociações continuam e que busca um acordo equilibrado, mas ainda não apresentou um plano detalhado.

Quando será a próxima reunião?

A próxima reunião entre governo e Fiesp está prevista para o final do mês.

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