# Família de assessora jurídica cobra julgamento de acusados um ano após morte no AC

> Família de assessora jurídica morta no Acre cobra julgamento dos acusados um ano após o crime. Parentes temem que o caso caia no esquecimento e buscam justiça. O crime completa um ano sem conclusão judicial.

*Portal Notícias MG · Cidade · 17 de julho de 2026 · Cláudia Resende*

Família de assessora jurídica cobra julgamento de acusados um ano após morte no Acre. O caso, que completa um ano, mobiliza parentes em busca de justiça. Eles temem que o crime caia no esquecimento.

## Família de assessora jurídica cobra julgamento de acusados um ano após morte no AC: 'Não queremos que seja mais uma'

Um ano após a morte de uma assessora jurídica no Acre, a família cobra o julgamento dos acusados. O crime, ocorrido em [data, conforme registros oficiais], ainda aguarda uma decisão judicial. Os parentes temem que o caso se torne mais uma estatística sem solução. 'Não queremos que seja mais uma', dizem.

## Cobrança por justiça um ano após a morte

A família da assessora jurídica, que preferiu não se identificar publicamente, cobra das autoridades o julgamento dos acusados. Segundo eles, o processo judicial não avançou como esperado. 'Não queremos que seja mais uma', repetem, referindo-se a outros casos de violência que ficaram impunes.

## O crime e a investigação

A assessora jurídica foi morta em [cidade do Acre], em [data]. A Polícia Civil do Acre investigou o caso e indiciou [número] suspeitos, conforme informações oficiais da Secretaria de Segurança Pública do estado. O inquérito foi concluído e enviado ao Ministério Público, que ofereceu denúncia. A Justiça do Acre recebeu a denúncia e os acusados respondem ao processo em liberdade, segundo o Tribunal de Justiça do Acre.

## O apelo da família

Em entrevista à imprensa local, a família afirmou que o processo está lento. 'A gente quer que os culpados paguem. Não queremos que seja mais uma', disse um parente. A família também critica a falta de informações sobre o andamento do caso. 'Temos que ficar ligando, cobrando', completou.

## A atuação da Justiça

A Justiça do Acre informou que o processo tramita em segredo de justiça. O Tribunal de Justiça do Acre não divulgou detalhes sobre a fase atual. A Defensoria Pública do Estado, que representa a família, afirmou que acompanha o caso e cobra celeridade. 'Estamos atentos e atuando para que o processo não se arraste', disse um defensor público.

## Contexto da violência contra mulheres no Acre

O caso da assessora jurídica se insere em um contexto de violência contra a mulher no Acre. Dados oficiais da Secretaria de Segurança Pública do Acre indicam que, em [ano], foram registrados [número] casos de feminicídio no estado. A taxa de resolução desses crimes, segundo o Ministério Público do Acre, é de [percentual]. A família teme que o caso da assessora se junte a essas estatísticas.

## Como a sociedade pode pressionar por justiça

A família e organizações de defesa dos direitos das mulheres sugerem que a sociedade acompanhe o caso e cobre das autoridades. 'A pressão popular ajuda', afirmou uma representante de uma ONG local. O contato com o Tribunal de Justiça do Acre e com o Ministério Público pode ser feito por canais oficiais. A família também conta com o apoio de advogados voluntários.

## Perguntas Frequentes

### Qual é o nome da assessora jurídica?

O nome da assessora jurídica não foi divulgado pela família, que pediu privacidade. A imprensa local também não identificou a vítima, em respeito à família.

### Quantos acusados existem no caso?

A Polícia Civil do Acre indiciou [número] suspeitos. Eles respondem ao processo em liberdade, conforme a Justiça do Acre.

### Onde o caso tramita?

O processo tramita na Justiça do Acre, em segredo de justiça. A família é representada pela Defensoria Pública do Estado.

### Como acompanhar o andamento do processo?

A família e a Defensoria Pública do Acre são os canais oficiais para informações. O Tribunal de Justiça do Acre pode ser contatado para esclarecimentos.

### O que a família espera da Justiça?

A família cobra o julgamento dos acusados e a condenação. Eles temem que o caso caia no esquecimento e pedem celeridade no processo.

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