EUA: 17 milhões de barris passaram por Ormuz na segunda
O secretário de Energia dos EUA, Chris Wright, afirmou que 17 milhões de barris de petróleo transitaram pelo Estreito de Ormuz na segunda-feira (31), recorde desde o início da guerra contra o Irã.
O secretário de Energia dos EUA, Chris Wright, afirmou nesta terça-feira (1º) que 17 milhões de barris de petróleo transitaram pelo Estreito de Ormuz na segunda-feira (31). O volume representa o maior nível de petróleo bruto a passar pela via navegável desde o início da guerra dos Estados Unidos contra o Irã, que reduziu o fluxo na região.
"A Marinha dos Estados Unidos realizou um trabalho simplesmente extraordinário. E posso anunciar agora mesmo que, ontem, mais de 17 milhões de barris de petróleo passaram pelo Estreito de Ormuz. Um recorde desde antes do conflito", afirmou o secretário a repórteres em La Guaira, na Venezuela.
O Estreito de Ormuz é uma rota estratégica para o transporte global de petróleo. A passagem de 17 milhões de barris em um único dia indica uma retomada do fluxo, que havia sido impactado pelo conflito. Para famílias e empresas que dependem de combustíveis, a notícia pode sinalizar uma estabilização no abastecimento, embora os efeitos nos preços ainda dependam de outros fatores.
A declaração de Wright ocorre em um momento de tensão na região. A guerra entre os EUA e o Irã tem afetado o comércio marítimo, e a recuperação do volume de petróleo em Ormuz é vista como um sinal de que as operações estão sendo retomadas. A Marinha americana, segundo o secretário, teve papel central nesse resultado.
Para quem acompanha o mercado de energia, o dado é relevante: um fluxo maior em Ormuz tende a reduzir riscos de desabastecimento. No entanto, a situação ainda é volátil, e a recomendação é acompanhar os próximos boletins oficiais sobre a navegação na região. impacto do preço do petróleo no Brasil
A informação foi divulgada pelo secretário durante entrevista a repórteres em La Guaira, na Venezuela. Não há, até o momento, dados independentes que confirmem o volume citado por Wright. como a guerra no Oriente Médio afeta o bolso do brasileiro