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Estudante que sobreviveu a ataque de tubarão revela primeira reação após acordar na UTI: 'E a faculdade?'

ResumoA estudante de direito Marcela Vitória, 19, sobreviveu a um ataque de tubarão-tigre na Praia de Boa Viagem, no Recife. Após amputar a perna direita, a primeira reação ao acordar na UTI foi perguntar sobre os estudos: "E a faculdade?".

A estudante de direito Marcela Vitória, 19, sobreviveu a um ataque de tubarão-tigre na Praia de Boa Viagem, no Recife. Após amputar a perna direita, ela acordou na UTI e a primeira preocupação foi com os estudos. 'E a faculdade?', perguntou.

Inácio Bicalho
Inácio Bicalho Repórter de Interior e Agro · 21 de julho de 2026 · 3 min de leitura
Estudante que sobreviveu a ataque de tubarão revela primeira reação após acordar na UTI: 'E a faculdade?'

Estudante que sobreviveu a ataque de tubarão revela primeira reação após acordar na UTI: 'E a faculdade?'

Marcela Vitória, estudante de direito de 19 anos, sobreviveu a um ataque de tubarão-tigre na Praia de Boa Viagem, no Recife. O ataque, que ocorreu em um trecho de água rasa, provocou a amputação de sua perna direita. Após acordar na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), sua primeira preocupação não foi com a própria saúde, mas com os estudos. "Quando eu acordei na UTI, que eu vi a minha mãe, eu falei: 'E a faculdade?'. Foi a única coisa que eu perguntava", relembra.

O ataque e o resgate

Marcela foi atacada por um tubarão-tigre de mais de três metros enquanto tomava banho de mar. O incidente aconteceu em um trecho de água rasa, o que surpreendeu a jovem e os banhistas próximos. Ela foi resgatada por populares e equipes de emergência, que a levaram para o hospital. Os ferimentos eram graves, exigindo duas cirurgias imediatas.

Internação e recuperação

A estudante ficou internada durante 40 dias, sendo cinco deles na UTI. Durante esse período, além da preocupação com a faculdade, outra dúvida a acompanhava: como seria sua vida após a amputação. A família e os médicos trabalharam juntos para garantir que ela recebesse o melhor tratamento possível.

A primeira pergunta: 'E a faculdade?'

Ao despertar na UTI, Marcela não perguntou sobre a perna ou sobre o tempo de recuperação. "Foi a única coisa que eu perguntava", conta. A preocupação com os estudos reflete a determinação da jovem em não deixar que o incidente interrompesse seus planos. Ela já estava matriculada em uma faculdade de direito e não queria perder o semestre.

O apoio da família e dos amigos

Durante a internação, a mãe de Marcela foi sua principal companheira. "Quando eu acordei na UTI, que eu vi a minha mãe, eu falei: 'E a faculdade?'", relembra. O apoio da família foi fundamental para sua recuperação emocional e física. Amigos e colegas de faculdade também enviaram mensagens de apoio, o que a motivou a seguir em frente.

A vida após a alta

Depois de receber alta, Marcela começou a se adaptar à nova realidade. Ela passou a usar prótese e a frequentar sessões de fisioterapia. Apesar dos desafios, a estudante mantém o foco nos estudos e planeja retomar as aulas assim que possível. "O mundo não parou ali", disse ela, em referência ao ataque.

Prevenção e alerta na Praia de Boa Viagem

A Praia de Boa Viagem, no Recife, é conhecida por ser uma área com histórico de ataques de tubarão. As autoridades locais mantêm placas de alerta e equipes de monitoramento, mas o incidente com Marcela Vitória reforça a importância de redobrar a atenção. Banhistas são orientados a evitar trechos de água rasa e a respeitar as sinalizações.

O que esperar da recuperação

A recuperação de uma amputação é longa e exige paciência. Marcela Vitória está determinada a superar as dificuldades. Ela já recebeu apoio psicológico e continua o tratamento ortopédico. A expectativa é que, em alguns meses, ela possa retomar suas atividades normais, incluindo as aulas de direito.

Perguntas Frequentes

A estudante Marcela Vitória perdeu a perna?

Sim, ela sofreu amputação da perna direita após o ataque do tubarão-tigre.

Onde ocorreu o ataque?

O ataque aconteceu na Praia de Boa Viagem, no Recife, em um trecho de água rasa.

Qual foi a primeira reação de Marcela ao acordar na UTI?

A primeira pergunta foi sobre a faculdade: "E a faculdade?", segundo ela mesma relembra.

Quantos dias Marcela ficou internada?

Ela ficou 40 dias internada, sendo cinco deles na UTI.

Marcela vai voltar a estudar direito?

Sim, ela planeja retomar as aulas assim que possível, após o período de recuperação.

O tubarão era de qual espécie?

O tubarão era da espécie tubarão-tigre, com mais de três metros de comprimento.

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