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Estou sem chão, diz marido de mulher morta em bar

ResumoMikaelle da Silva, de 32 anos, morreu em confusão em bar de Colômbia (SP). Estevão Ricardo Maros, marido da vítima, relatou dor e planos interrompidos pelo ocorrido. Filho de 4 anos chora pela mãe. Vigia de profissão, Estevão descreveu o luto como desorientador. Circunstâncias do incidente permanecem sob investigação policial.

Mikaelle da Silva, de 32 anos, morreu após confusão em bar de Colômbia (SP). Marido, o vigia Estevão Ricardo Maros, relata dor e planos interrompidos, enquanto filho de 4 anos chora pela mãe.

Cláudia Resende
Cláudia Resende Repórter de Saúde e Educação · 08 de setembro de 2026 · 1 min de leitura
Estou sem chão, diz marido de mulher morta em bar

A morte de Mikaelle da Silva, de 32 anos, baleada após uma confusão em um bar de Colômbia (SP) por um suspeito de importunar a filha dela, interrompeu os planos da família. O vigia Estevão Ricardo Maros, marido da vítima, afirmou que eles se preparavam para viajar juntos.

"Eu até agora não acredito, porque a gente estava fazendo planos para agora, Dia das Crianças, e daqui um mês eu vou tirar de férias. A gente estava programando tudo. Olha eu tô sem chão", lamentou.

Em meio à dor, Maros diz que o pior tem sido lidar com a ausência sentida pelo filho de 4 anos do casal. "A minha dor maior é meu filho pequeno, de quatro anos, que ontem à noite chorou pedindo a mãe dele. Olha, vocês não sabem a dor, vocês não sabem o sofrimento que a gente tem e eu, aguentar calado, não poder chorar", contou.

A família agora enfrenta o luto e a necessidade de explicar a ausência para a criança. O caso segue sob investigação das autoridades locais, que apuram as circunstâncias da confusão no bar e a conduta do suspeito de importunar a filha da vítima.

Para quem vive situação semelhante, canais de apoio como o Ligue 180 (Central de Atendimento à Mulher) e o Disque 100 (Direitos Humanos) funcionam 24 horas e podem orientar vítimas de violência e suas famílias. A orientação é registrar boletim de ocorrência e buscar acolhimento psicológico, fundamental em momentos de perda como este.

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