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Engenheiro embriagado que matou mecânico em Ituverava diz não lembrar

ResumoJean Carlos Rodrigues, engenheiro de 59 anos, afirmou em audiência de custódia não recordar da batida que matou o mecânico Wesley Rodrigues Maciel, 29, na Rodovia Anhanguera, em Ituverava. A prisão em flagrante por embriaguez ao volante foi convertida em preventiva. O caso segue sob investigação judicial.

Engenheiro Jean Carlos Rodrigues, 59, disse em audiência de custódia que não se lembra da batida que matou o mecânico Wesley Rodrigues Maciel, 29, na Rodovia Anhanguera, em Ituverava. Preso em flagrante por dirigir embriagado, teve a prisão convertida em preventiva.

Ronaldo Pimenta
Ronaldo Pimenta Repórter de Esporte Mineiro · 08 de setembro de 2026 · 1 min de leitura
Engenheiro embriagado que matou mecânico em Ituverava diz não lembrar

O engenheiro Jean Carlos Rodrigues, de 59 anos, disse em audiência de custódia na semana passada que não se lembra da batida que matou o mecânico Wesley Rodrigues Maciel, de 29 anos. O depoimento, obtido pela EPTV, afiliada da TV Globo, ocorreu após a prisão em flagrante por dirigir sob efeito de bebida alcoólica. A Justiça converteu a prisão em preventiva.

Jean afirmou que faz uso de medicamento há mais de 30 dias. "Eu não me recordo, não, no momento. [...] Venho tomando [medicamento] já, frequente, há mais ou menos mais de 30 dias", disse no depoimento. A alegação não impediu a manutenção da prisão.

O acidente ocorreu na madrugada de sexta-feira (4), no km 419 da Rodovia Anhanguera (SP-330), em Ituverava (SP). Jean dirigia uma SUV que entrou na contramão e atingiu o veículo em que estavam Wesley e o chefe dele. Os dois seguiam para Marilândia (ES) a trabalho.

A perícia e as investigações devem apontar as circunstâncias exatas da colisão. O caso segue sob responsabilidade da polícia e da Justiça, que analisam a versão do engenheiro sobre o uso de medicamento.

Enquanto isso, a família de Wesley aguarda respostas. O mecânico, de 29 anos, deixou familiares em Ituverava e região. A rodovia, um dos principais corredores do interior paulista, voltou a ser palco de uma tragédia que poderia ter sido evitada.

O próximo passo do processo é a análise do pedido de revogação da prisão, se houver. Até lá, Jean Carlos Rodrigues permanece detido, e o caso segue gerando comoção na cidade.

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