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Embrapa tenta isolar fungo após vassoura-de-bruxa no AP

ResumoA Embrapa no Amapá conduz teste in vitro para isolar o fungo causador da vassoura-de-bruxa após a praga atingir plantações em Macapá. A pesquisa busca conter o avanço da doença por meio de identificação precisa do patógeno. O isolamento permite estudar estratégias de controle e prevenção para proteger lavouras locais.

A Embrapa no Amapá iniciou teste in vitro para isolar o fungo da vassoura-de-bruxa após a praga atingir plantações em Macapá. Pesquisa busca conter avanço da doença.

Marília Stefani
Marília Stefani Repórter de Segurança Pública · 07 de setembro de 2026 · 1 min de leitura
Embrapa tenta isolar fungo após vassoura-de-bruxa no AP

A Embrapa no Amapá corre contra o tempo para conter a vassoura-de-bruxa, praga que avançou sobre plantações em Macapá. Há cerca de um mês, o Laboratório de Proteção de Plantas da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) iniciou um novo teste in vitro para isolar o fungo causador da doença em ambiente controlado.

A estratégia é cultivar o fungo e aplicar produtos químicos e biológicos para medir a resistência antes de qualquer teste direto nas lavouras de mandioca. O método busca antecipar, em laboratório, o comportamento da praga, reduzindo riscos no campo.

O trabalho exige rigor na higienização. As amostras passam por esterilização detalhada para evitar contaminações externas e garantir a precisão dos resultados. Segundo a chefe-geral da Embrapa Amapá, Cristiane Ramos, a instituição já trabalha com cuidados minuciosos nessa fase.

A doença, que atinge a mandioca, é um dos principais desafios para a agricultura familiar na região. A aceleração da pesquisa ocorre depois que a praga chegou à capital do estado, o que elevou a urgência do controle.

O teste in vitro é uma etapa intermediária: só depois de conhecer a resistência do fungo em laboratório é que os cientistas poderão definir quais produtos levar às lavouras. A medida, se bem-sucedida, pode frear o avanço sem danos maiores à produção local.

A Embrapa não divulgou prazos para a conclusão dos testes nem detalhes sobre os produtos em avaliação. O andamento depende dos resultados das próximas fases de cultivo e aplicação.

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