Ecstasy, cabo de madeira, roupa de cama molhada: o que foi achado no caso do sargento
Comprimidos de ecstasy descartados, um cabo de madeira quebrado e roupas de cama molhadas dentro da máquina de lavar estão entre os elementos que chamaram a atenção da polícia após a prisão do sargento da PM Eduardo Abner Pereira de Oliveira, suspeito de feminicídio da esposa, a
Ecstasy, cabo de madeira, roupa de cama molhada: o que foi achado no caso do sargento suspeito de matar a esposa capitã
Comprimidos de ecstasy jogados fora, um cabo de madeira quebrado e roupas de cama molhadas dentro da máquina de lavar estão entre os elementos que chamaram a atenção da polícia após a prisão do sargento da PM Eduardo Abner Pereira de Oliveira, investigado por suspeita de feminicídio da esposa, a capitã também da PM Michele Leão Azevedo. O sargento foi preso na noite desta segunda-feira (21), após levar a vítima morta ao Hospital Odilon Behrens, em Belo Horizonte. O homem foi flagrado pela polícia descartando comprimidos de ecstasy em uma lixeira da unidade de saúde e disse que ele e a mulher haviam consumido droga no dia anterior.
O que a polícia encontrou
A investigação da Polícia Civil de Minas Gerais, que ainda está em andamento, aponta para uma série de evidências coletadas no local do crime e na residência do casal. Entre os itens que chamaram a atenção dos peritos estão:
- Comprimidos de ecstasy descartados na lixeira do hospital
- Um cabo de madeira quebrado
- Roupas de cama molhadas dentro da máquina de lavar
A versão do sargento
O sargento Eduardo Abner Pereira de Oliveira afirmou à polícia que ele e a esposa haviam consumido ecstasy no dia anterior ao crime. A versão dele contradiz as evidências periciais, que apontam para múltiplas lesões na vítima, incluindo traumatismo craniano, ferimentos nas pernas, hematomas e marcas lineares compatíveis com chicotadas.
Contexto do caso
A morte da capitã Michele Leão Azevedo ocorreu em Belo Horizonte, no bairro onde o casal residia. O sargento foi preso em flagrante após levar a esposa ao hospital, onde os médicos constataram que ela já estava morta. A Polícia Civil de Minas Gerais segue investigando o caso, que é tratado como feminicídio.
Perguntas Frequentes
O que foi encontrado na investigação?
Comprimidos de ecstasy descartados, um cabo de madeira quebrado e roupas de cama molhadas dentro da máquina de lavar.
Quem é o suspeito?
O sargento da PM Eduardo Abner Pereira de Oliveira.
Quem é a vítima?
A capitã da PM Michele Leão Azevedo.
Onde o corpo foi levado?
Ao Hospital Odilon Behrens, em Belo Horizonte.
O que o sargento disse à polícia?
Que ele e a esposa haviam consumido ecstasy no dia anterior.
Como está a investigação?
A Polícia Civil de Minas Gerais segue investigando o caso, tratado como feminicídio.