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Ecstasy, cabo de madeira, roupa de cama molhada: o que foi achado no caso do sargento

ResumoA investigação do caso do sargento Eduardo Abner Pereira de Oliveira, suspeito de feminicídio da esposa, encontrou comprimidos de ecstasy descartados, um cabo de madeira quebrado e roupas de cama molhadas dentro da máquina de lavar. Esses itens foram destacados pela polícia como elementos relevantes na cena do crime.

Comprimidos de ecstasy descartados, um cabo de madeira quebrado e roupas de cama molhadas dentro da máquina de lavar estão entre os elementos que chamaram a atenção da polícia após a prisão do sargento da PM Eduardo Abner Pereira de Oliveira, suspeito de feminicídio da esposa, a

Marília Stefani
Marília Stefani Repórter de Segurança Pública · 22 de julho de 2026 · 2 min de leitura
Ecstasy, cabo de madeira, roupa de cama molhada: o que foi achado no caso do sargento

Ecstasy, cabo de madeira, roupa de cama molhada: o que foi achado no caso do sargento suspeito de matar a esposa capitã

Comprimidos de ecstasy jogados fora, um cabo de madeira quebrado e roupas de cama molhadas dentro da máquina de lavar estão entre os elementos que chamaram a atenção da polícia após a prisão do sargento da PM Eduardo Abner Pereira de Oliveira, investigado por suspeita de feminicídio da esposa, a capitã também da PM Michele Leão Azevedo. O sargento foi preso na noite desta segunda-feira (21), após levar a vítima morta ao Hospital Odilon Behrens, em Belo Horizonte. O homem foi flagrado pela polícia descartando comprimidos de ecstasy em uma lixeira da unidade de saúde e disse que ele e a mulher haviam consumido droga no dia anterior.

O que a polícia encontrou

A investigação da Polícia Civil de Minas Gerais, que ainda está em andamento, aponta para uma série de evidências coletadas no local do crime e na residência do casal. Entre os itens que chamaram a atenção dos peritos estão:

  • Comprimidos de ecstasy descartados na lixeira do hospital
  • Um cabo de madeira quebrado
  • Roupas de cama molhadas dentro da máquina de lavar

A versão do sargento

O sargento Eduardo Abner Pereira de Oliveira afirmou à polícia que ele e a esposa haviam consumido ecstasy no dia anterior ao crime. A versão dele contradiz as evidências periciais, que apontam para múltiplas lesões na vítima, incluindo traumatismo craniano, ferimentos nas pernas, hematomas e marcas lineares compatíveis com chicotadas.

Contexto do caso

A morte da capitã Michele Leão Azevedo ocorreu em Belo Horizonte, no bairro onde o casal residia. O sargento foi preso em flagrante após levar a esposa ao hospital, onde os médicos constataram que ela já estava morta. A Polícia Civil de Minas Gerais segue investigando o caso, que é tratado como feminicídio.

Perguntas Frequentes

O que foi encontrado na investigação?

Comprimidos de ecstasy descartados, um cabo de madeira quebrado e roupas de cama molhadas dentro da máquina de lavar.

Quem é o suspeito?

O sargento da PM Eduardo Abner Pereira de Oliveira.

Quem é a vítima?

A capitã da PM Michele Leão Azevedo.

Onde o corpo foi levado?

Ao Hospital Odilon Behrens, em Belo Horizonte.

O que o sargento disse à polícia?

Que ele e a esposa haviam consumido ecstasy no dia anterior.

Como está a investigação?

A Polícia Civil de Minas Gerais segue investigando o caso, tratado como feminicídio.

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