Diretor da Turi: transporte público em Sete Lagoas tem déficit de R$ 1,8 milhão
O diretor da Turi, Rogério Constantino, revelou em vídeo que o transporte público em Sete Lagoas acumula déficit mensal de R$ 1,8 milhão. A empresa também confirmou falta de combustível para abastecer os veículos.
O diretor da Turi, Rogério Constantino, afirmou em vídeo publicado nas redes sociais da empresa que o transporte público em Sete Lagoas gera déficit mensal de R$ 1,8 milhão. A declaração foi feita ainda na tarde desta segunda-feira (27), quando a viação também confirmou que não tem combustível para abastecer os veículos.
A situação se agravou com o atraso no pagamento do vale-alimentação dos funcionários, programado para sábado (25). O valor não foi depositado, segundo a empresa, o que escancara a crise financeira enfrentada pela operadora.
Constantino detalhou as dificuldades operacionais sem citar valores exatos do passivo total, mas o déficit mensal de R$ 1,8 milhão foi o número central apresentado. A empresa não informou se há previsão de retomada dos serviços nem como pretende resolver a falta de combustível.
O impacto no serviço público é direto: sem diesel, os ônibus podem parar de circular, afetando milhares de usuários que dependem do transporte coletivo na cidade. A Prefeitura de Sete Lagoas ainda não se manifestou sobre o caso.
Perguntas Frequentes
O que disse o diretor da Turi?
Rogério Constantino afirmou que o transporte público em Sete Lagoas gera déficit mensal de R$ 1,8 milhão.
Quando o vídeo foi publicado?
O vídeo foi publicado nas redes sociais da Turi na tarde desta segunda-feira (27).
A Turi tem combustível para operar?
Não. A viação confirmou que não tem combustível para abastecer os carros.
Os funcionários receberam o vale-alimentação?
Não. O vale-alimentação programado para sábado (25) não foi pago.
Qual o próximo passo?
A empresa não informou planos para retomar a operação ou solucionar a crise.