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Toffoli libera campanha digital de Renan Santos após TSE

ResumoO ministro Dias Toffoli, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), liberou a campanha digital, os debates e o repasse do Fundo Eleitoral para Renan Santos (Missão). A decisão, divulgada nesta terça-feira (1º), ocorreu após o partido apresentar informações exigidas pela Justiça Eleitoral. A propaganda eleitoral de Renan Santos pode ser retomada integralmente.

O ministro Dias Toffoli, do TSE, liberou a propaganda eleitoral digital, os debates e o repasse do Fundo Eleitoral para Renan Santos (Missão), após o partido apresentar informações. A decisão foi divulgada nesta terça-feira (1º).

Sérgio Tadeu Mafra
Sérgio Tadeu Mafra Repórter de Economia Regional · 02 de setembro de 2026 · 2 min de leitura
Toffoli libera campanha digital de Renan Santos após TSE

O ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Dias Toffoli liberou a propaganda eleitoral digital, a participação em debates e o repasse do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) para o candidato à presidência Renan Santos (Missão). A decisão, divulgada na tarde desta terça-feira (1º), ocorre após o partido apresentar informações exigidas pela Corte.

Na segunda-feira (31), Toffoli havia suspendido a campanha digital do candidato, sob a alegação de que o partido não havia informado quais eram os perfis de propaganda nas redes sociais. Com a decisão desta terça, o ministro afirmou que as providências solicitadas foram "parcialmente atendidas" e liberou a propaganda, além de reestabelecer o repasse de recursos do FEFC.

O candidato agora tem prazo de 72 horas para informar a data de criação de cada perfil em rede social e quando começou a usá-los para fins eleitorais. Também deve declarar se existem outros sites, grupos em aplicativos de mensagens ou perfis voltados à mesma finalidade. O não cumprimento do prazo pode levar ao indeferimento do registro da candidatura.

A liberação atende à Lei das Eleições, que exige que partidos e candidatos informem à Justiça Eleitoral os endereços eletrônicos usados na campanha, incluindo blogs e redes sociais. Para a economia regional, a decisão mantém o fluxo de comunicação dos candidatos com eleitores do interior de Minas, onde o acesso à internet é decisivo para a divulgação de propostas.

Mais cedo, em São Paulo, Renan Santos criticou a suspensão, alegando que a decisão foi motivada pelas críticas feitas por ele e pelo MBL, movimento que lidera, a Dias Toffoli, por seu envolvimento com Daniel Vorcaro no caso Master. O candidato não detalhou quais informações foram apresentadas ao TSE. A tendência para os próximos dias é de que a campanha digital de Renan Santos seja retomada, com a expectativa de que o partido cumpra o prazo para evitar novo bloqueio.

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