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Detento é espancado até a morte e tem arma cravada no olho em MG

ResumoUm detento de 27 anos foi espancado até a morte e teve um chuço cravado no olho no Complexo Penitenciário Nossa Senhora do Carmo, em Carmo do Paranaíba (MG). A Sejusp-MG identificou os agressores e instaurou procedimento interno para apurar o homicídio.

Um detento de 27 anos foi espancado até a morte e teve um chuço cravado no olho dentro do Complexo Penitenciário Nossa Senhora do Carmo, em Carmo do Paranaíba. A Sejusp-MG identificou os agressores e abriu procedimento interno.

Marília Stefani
Marília Stefani Repórter de Segurança Pública · 23 de julho de 2026 · 3 min de leitura
Detento é espancado até a morte e tem arma cravada no olho em MG

Um detento de 27 anos morreu após ser espancado e ter um chuço cravado em um dos olhos no Complexo Penitenciário Nossa Senhora do Carmo, em Carmo do Paranaíba, no Alto Paranaíba. O homem, identificado como Tayrone Guilherme Fernandes Francisco, foi encurralado por quatro detentos e brutalmente agredido durante o banho de sol, por volta das 12h10 de terça-feira (21/7).

Tayrone Guilherme Fernandes Francisco, 27, foi morto após ser espancado por quatro detentos e ter um chuço, arma branca de 23 centímetros, cravada em um dos olhos. O crime ocorreu no Complexo Penitenciário Nossa Senhora do Carmo, em Carmo do Paranaíba (MG), durante o banho de sol. A Sejusp-MG identificou os agressores e instaurou procedimento interno.

Como ocorreu o ataque no Complexo Penitenciário Nossa Senhora do Carmo

O caso ocorreu na terça-feira (21/7), por volta das 12h10, durante o banho de sol dos detentos no pátio do presídio. Tayrone foi encurralado por quatro detentos e brutalmente agredido. Mesmo depois de cair no chão, ele continuou apanhando, até que um dos agressores pisou na cabeça dele e o deixou desacordado.

Em seguida, um dos detentos buscou o chuço, tipo de arma branca perfurante, de 23 centímetros, em uma das celas, voltou ao pátio e deu vários golpes no peito da vítima, finalizando o ato violento ao cravar o objeto em um dos olhos de Tayrone.

Perfil da vítima e histórico prisional

A vítima estava sob custódia no complexo penitenciário desde 24 de novembro de 2025. O detento tinha registros de passagem pelo sistema prisional desde 2018. Não há informações na fonte sobre o crime pelo qual ele estava preso ou detalhes de sua vida pessoal.

Ação da Sejusp-MG e providências internas

De acordo com a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp-MG), o preso foi retirado do local e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado, constatando a morte. Ainda segundo a Sejusp, os agressores foram devidamente identificados e serão responsabilizados administrativa e criminalmente de acordo com a lei.

A direção da unidade instaurou um procedimento interno para apurar a ocorrência e a Polícia Civil (PC) vai investigar o caso. A fonte não detalha o andamento da investigação nem os nomes dos agressores.

Contexto de violência no sistema prisional mineiro

O caso se soma a outros episódios recentes de violência em presídios mineiros. A fonte cita que presídios da Grande BH registraram duas mortes de detentos em 24 horas, e outro detento foi encontrado morto enforcado por colega de cela. Não há, porém, dados oficiais consolidados sobre a taxa de homicídios no sistema prisional de Minas Gerais disponíveis na fonte.

Perguntas Frequentes

O que é um chuço?

Chuço é uma arma branca perfurante, geralmente artesanal, usada em ataques dentro de presídios. No caso, o objeto tinha 23 centímetros.

Quem era Tayrone Guilherme Fernandes Francisco?

Tayrone era um detento de 27 anos, sob custódia desde 24 de novembro de 2025, com passagens pelo sistema prisional desde 2018.

O que a Sejusp-MG fez após o crime?

A Sejusp-MG identificou os agressores, que serão responsabilizados administrativa e criminalmente. A direção da unidade instaurou procedimento interno e a Polícia Civil investiga o caso.

Quando e onde ocorreu o ataque?

O ataque ocorreu na terça-feira (21/7), por volta das 12h10, no pátio do Complexo Penitenciário Nossa Senhora do Carmo, em Carmo do Paranaíba (MG).

Quantos agressores participaram do crime?

Quatro detentos participaram do ataque, segundo a fonte.

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