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Deolane Bezerra sofre nova derrota na Justiça em processo de R$ 100 mil

ResumoDeolane Bezerra sofreu nova derrota judicial em processo de R$ 100 mil contra ex-parceiro comercial. O juiz de Barueri rejeitou os pedidos de indenização por danos morais apresentados pela influenciadora. A decisão representa mais um revés na disputa, sem acolhimento das alegações de prejuízo moral.

Deolane Bezerra sofreu nova derrota na Justiça em processo de R$ 100 mil contra ex-parceiro comercial. Juiz de Barueri rejeitou pedidos de indenização por danos morais. Entenda o caso.

Vânia Drummond
Vânia Drummond Repórter de Cultura Mineira · 27 de agosto de 2026 · 1 min de leitura
Deolane Bezerra sofre nova derrota na Justiça em processo de R$ 100 mil

A influenciadora Deolane Bezerra sofreu nova derrota na Justiça em um processo de R$ 100 mil movido contra Cleverson Daleffe, ex-parceiro comercial. A decisão, publicada em 14 de agosto, rejeitou os pedidos de indenização por danos morais e retratação pública. As informações são da coluna Fábia Oliveira.

Deolane alegou ter sido alvo de declarações ofensivas relacionadas ao projeto "Meu Universo Feminino". Segundo ela, houve um acordo verbal para a divulgação do projeto. Como a iniciativa não alcançou o retorno financeiro esperado, o empresário teria cobrado a devolução dos valores investidos. Diante disso, ela afirmou que Cleverson passou a fazer publicações e comentários ofensivos.

Cleverson apresentou versão diferente: disse que era sócio de Deolane no empreendimento e que os prejuízos deveriam ser divididos. Ele negou irregularidades e afirmou que apenas tornou públicas informações relacionadas ao negócio.

O juiz Bruno Gonçalves Mauro Terra, da 3ª Vara Cível de Barueri, do Tribunal de Justiça de São Paulo, entendeu que Cleverson exercia seu direito de se manifestar ao demonstrar insatisfação com os resultados. A sentença também considerou a exposição pública de Deolane: por ser pessoa conhecida, ela estaria mais sujeita a críticas. Não foram apresentadas provas de intenção de difamar.

Para quem acompanha casos de danos morais, a decisão reforça que críticas em parcerias comerciais podem ser protegidas como liberdade de expressão. como funciona indenização por danos morais A influenciadora ainda pode recorrer, mas o precedente é desfavorável.

O caso mostra que acordos verbais geram riscos. Especialistas recomendam formalizar parcerias por escrito, com cláusulas sobre divulgação e divisão de resultados. cuidados ao firmar parceria comercial

A decisão não encerra definitivamente a disputa. Cabe recurso, mas o desfecho atual aponta que a Justiça priorizou o direito de manifestação do ex-parceiro em contexto de negócio.

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