# Delegada diz que exposição por mãe influenciadora prejudica vítima

> A delegada Juliana Paiva, da DDM de Franca (SP), declarou que a exposição do caso da criança de 5 anos pela mãe influenciadora nas redes sociais prejudica a imagem da vítima. A conduta contraria a proteção prevista na Lei Felca, que resguarda a privacidade de menores em situações de violência. A autoridade policial reforça que a divulgação pública agrava o dano psicológico à criança.

*Portal Notícias MG · Cidade · 31 de agosto de 2026 · Marília Stefani*

A delegada Juliana Paiva, da DDM de Franca (SP), afirmou que a exposição do caso da criança de 5 anos nas redes sociais, feita pela mãe influenciadora, prejudica a imagem da vítima, protegida pela Lei Felca.

A delegada Juliana Paiva, da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Franca (SP), afirmou nesta sexta-feira (28) que a exposição do caso da criança de 5 anos nas redes sociais, feita pela mãe influenciadora, prejudica a imagem da vítima. A criança, segundo a mãe, teria sido abusada sexualmente pelo padrinho na última semana. A declaração foi dada durante a investigação do caso.

A delegada destacou que a divulgação do caso, realizada pela genitora, causa prejuízos à criança. Ela lembrou que a Lei Felca, conhecida como ECA Digital, é a Lei nº 15.211/2025, que protege crianças e adolescentes no ambiente virtual. A lei altera dispositivos do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), incluindo os artigos 17 e 18, que tratam da proteção à integridade física, psíquica e à imagem de crianças e adolescentes.

A fala da delegada ocorre em um contexto em que a mãe, que é influenciadora, usou as redes sociais para relatar o caso. A exposição, segundo a delegada, contraria os princípios protetores previstos na legislação. A DDM de Franca segue com as investigações sobre o suposto abuso.

Para quem acompanha o caso, a orientação das autoridades é evitar compartilhar imagens ou detalhes que possam identificar a vítima. A Lei Felca reforça que a proteção da criança no ambiente virtual é prioridade, e a exposição pode agravar o sofrimento da vítima. A investigação continua em sigilo para preservar a criança.

A delegada não deu detalhes sobre o andamento do inquérito, mas reforçou que a prioridade é a proteção da vítima. A recomendação é que casos como esse sejam tratados com cautela, respeitando o direito à privacidade e à dignidade da criança. As autoridades seguem acompanhando o caso.

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Fonte (canonical): https://portalnoticiasmg.com.br/cidade/delegada-investiga-padrinho-suspeito-abuso-sexual-diz-exposicao-caso-por-mae-inf/
