Criança de 4 anos morre afogada em piscina da AABB em Poços de Caldas
Uma criança de 4 anos morreu afogada na tarde de domingo (23) em piscina da AABB em Poços de Caldas, sul de Minas. O menino, que estava com o pai, foi encontrado submerso. Equipes de resgate tentaram reanimá-lo, mas ele não resistiu. A Polícia Civil investiga o caso.
Na tarde de domingo (23), uma criança de 4 anos morreu afogada em uma piscina da Associação Atlética Banco do Brasil (AABB), em Poços de Caldas, no sul de Minas. O menino estava no clube com o pai e foi encontrado submerso na piscina destinada a adultos. Equipes de emergência foram acionadas e fizeram várias tentativas de reanimação, mas a criança não resistiu. O caso mobilizou funcionários, frequentadores e, depois, o Samu e o Corpo de Bombeiros.
A ocorrência foi registrada por volta das 16h45. Pessoas que estavam nas proximidades retiraram o menino da água e iniciaram os primeiros socorros. O pai e uma salva-vidas da AABB começaram a reanimação cardiopulmonar enquanto aguardavam as equipes especializadas. Com a chegada dos profissionais, os procedimentos continuaram, incluindo o uso de um desfibrilador. As tentativas duraram um período prolongado, dentro do clube, mas a criança não respondeu. A morte foi confirmada ainda no local.
Segundo informações divulgadas, cerca de 120 pessoas estavam na associação no momento do afogamento. A direção da AABB informou que ninguém percebeu o momento exato em que o menino caiu ou entrou na piscina. As circunstâncias estão sendo apuradas pelas autoridades. A perícia da Polícia Civil foi acionada e a investigação vai reunir depoimentos e registros para esclarecer como a criança chegou à piscina de adultos e quanto tempo ficou submersa.
O corpo foi liberado após os procedimentos legais e sepultado na tarde de segunda-feira (24), no Cemitério Parque, em Poços de Caldas. A identidade não foi divulgada pela associação. A Polícia Civil segue responsável pelo caso. Eu, que acompanho o interior de perto, sei que acidentes assim deixam marcas profundas na comunidade. A esperança é que a apuração traga respostas e evite novas tragédias.