# Corpo encontrado em rio é de empresário desaparecido em SP

> A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) confirmou que o corpo encontrado em um rio em Cotia é do empresário Marcelo Magalhães de Almeida, de 31 anos. Marcelo Magalhães de Almeida estava desaparecido desde 16 de janeiro e foi morto após ser sequestrado. Três homens estão presos pelo crime.

*Portal Notícias MG · Cidade · 23 de julho de 2026 · Cláudia Resende*

A SSP (Secretaria de Segurança Pública) confirmou à CNN Brasil que o corpo encontrado em um rio em Cotia (SP) é do empresário Marcelo Magalhães de Almeida, de 31 anos, desaparecido desde 16 de janeiro. A vítima foi morta após ser sequestrada na última semana. Três homens estão pr

## Corpo encontrado em rio é de empresário desaparecido em SP

O corpo encontrado nesta manhã (23) em um rio, em Cotia (SP), é do empresário Marcelo Magalhães de Almeida, de 31 anos. Ele estava desaparecido desde a última quinta-feira (16) após sair em Carapicuíba, na Grande São Paulo. A informação foi confirmada à CNN Brasil pela SSP (Secretaria de Segurança Pública). O corpo será levado para o Instituto Médico Legal (IML), onde passará por perícia antes de ser liberado à família.

### A vítima foi morta após ser sequestrada na última semana

Três homens estão presos e a polícia procura um quarto suspeito que está foragido. Segundo as investigações, Marcelo teria sido atraído por um amigo para uma emboscada. A principal suspeita é que o crime tenha sido cometido por desentendimento financeiro. A investigação da Polícia Civil aponta que Marcelo já vinha sendo alvo de chantagens por parte do amigo.

### Delegado detalha chantagens e repasses financeiros

O delegado Fabiano Barbeiro afirmou que o comerciante fazia repasses financeiros ao suspeito havia algum tempo, mas havia decidido interromper os pagamentos. Ainda de acordo com a polícia, os cerca de R$ 8 mil transferidos no dia do crime foram apenas a "última tacada" dos criminosos e não a principal motivação da ação. A vítima foi levada a um imóvel ao qual o investigado tinha acesso, onde foi amarrada, amordaçada e mantida refém por cerca de duas horas.

### Cativeiro e transferências bancárias

Durante esse período em cativeiro, o comerciante foi obrigado a realizar transferências de valores de sua conta bancária para os criminosos. A polícia afirma que Marcelo permaneceu vivo durante todo o período em que foi mantido em cárcere e foi levado nessa condição até uma área de mata próxima a um córrego. Segundo o delegado, uma testemunha relatou que a vítima chegou a implorar para não ser morta, dizendo aos criminosos que poderiam ficar com o dinheiro, desde que poupassem sua vida.

### Caso não é investigado como latrocínio

Para a Polícia Civil, os elementos reunidos até o momento indicam que a intenção dos suspeitos era matar Marcelo desde o início. Por isso, o caso não é investigado como latrocínio (roubo seguido de morte). Segundo os investigadores, a retirada do dinheiro ocorreu de forma oportunista, após a vítima já ter sido atraída para a emboscada. A perícia encontrou vestígios de sangue tanto no imóvel usado como cativeiro quanto no carro da vítima. Até o momento, três homens foram presos por envolvimento no crime e um quarto suspeito foi identificado e está foragido.

## Perguntas Frequentes

### Quem era o empresário encontrado morto em Cotia?

O empresário é Marcelo Magalhães de Almeida, de 31 anos, que estava desaparecido desde 16 de janeiro após sair em Carapicuíba, na Grande São Paulo.

### Onde o corpo foi encontrado?

O corpo foi encontrado em um rio em Cotia (SP), conforme confirmado pela SSP.

### Quantos suspeitos foram presos?

Três homens foram presos por envolvimento no crime. Um quarto suspeito foi identificado e está foragido.

### Qual a motivação do crime?

A principal suspeita é desentendimento financeiro. A investigação aponta que Marcelo era alvo de chantagens e havia interrompido repasses ao amigo suspeito.

### O caso é investigado como latrocínio?

Não. A Polícia Civil afirma que a intenção dos suspeitos era matar a vítima desde o início, e a retirada do dinheiro foi oportunista. Por isso, o caso não é investigado como latrocínio.

### O que a perícia encontrou?

A perícia encontrou vestígios de sangue tanto no imóvel usado como cativeiro quanto no carro da vítima.

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