Chuva forte derruba galhos e leva lama para a BR-381 em MG
Chuva forte atingiu o Vale do Aço na noite de quarta-feira (16/9) e provocou transtornos na BR-381, com galhos e lama sobre a pista em Ipatinga e Coronel Fabriciano. A concessionária Nova 381 fez a limpeza e o trânsito flui normalmente nesta quinta.
Uma chuva forte atingiu o Vale do Aço na noite dessa quarta-feira (16/9) e provocou transtornos para quem trafegava pela BR-381. Galhos de árvores e lama chegaram a diferentes pontos da rodovia, obrigando motoristas a reduzir a velocidade e fazer desvios.
Vídeos que circulam nas redes sociais mostram vários galhos caídos sobre a pista no perímetro urbano de Ipatinga, próximo ao Bairro Horto. Os obstáculos ocuparam parte da rodovia e forçaram os motoristas a manobrar para conseguir passar pelo trecho. Em outro ponto da BR-381, na saída de Coronel Fabriciano, no sentido Belo Horizonte, a situação também ficou complicada: deslizamentos levaram terra e lama para o asfalto e deixaram parte da pista coberta.
Limpeza e situação do trânsito nesta quinta
Equipes da concessionária Nova 381 atuaram nos dois trechos durante a ocorrência. Segundo a empresa, a limpeza da rodovia foi realizada e, na manhã desta quinta-feira (17/9), o trânsito flui normalmente nos locais atingidos.
Previsão de chuva continua na região
De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), há previsão de chuva ao longo desta quinta-feira na região. A temperatura mínima prevista é de 15°C, enquanto a máxima deve chegar aos 23°C.
Para quem precisa pegar a estrada no Vale do Aço, a recomendação é redobrar a atenção em trechos de serra e em curvas, onde terra e galhos podem reaparecer com nova precipitação. Motoristas que trafegam pela BR-381 com frequência conhecem o padrão: após temporais, os pontos mais críticos costumam ser justamente os acessos urbanos de Ipatinga e Coronel Fabriciano, onde a via corta áreas de encosta.
A ocorrência desta quarta não teve registro de interdição total divulgado pela concessionária. A BR-381, que liga Minas Gerais ao Espírito Santo, acumula histórico de problemas estruturais e de deslizamentos em períodos chuvosos, tema que segue em discussão no âmbito das obras de duplicação e recuperação da rodovia.