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Portinho defende aumento de penas para roubo de celular e tornozeleira

ResumoCarlos Portinho (PL), candidato ao Senado pelo Rio de Janeiro, propõe aumento de penas para furto e roubo de celular. Portinho defende também a obrigatoriedade de uso de tornozeleira eletrônica para agressores de mulheres já na audiência de custódia. As medidas visam endurecer o combate à criminalidade e à violência doméstica no estado.

Carlos Portinho (PL), candidato ao Senado pelo Rio, defende aumentar penas para furto e roubo de celular e obrigar uso de tornozeleira eletrônica para agressores de mulheres já na audiência de custódia.

Cláudia Resende
Cláudia Resende Repórter de Saúde e Educação · 26 de agosto de 2026 · 1 min de leitura
Portinho defende aumento de penas para roubo de celular e tornozeleira

Carlos Portinho (PL), candidato ao Senado pelo Rio de Janeiro, defende aumentar as penas para furto e roubo de celular e determinação de tornozeleira eletrônica para agressores de mulheres. A proposta foi apresentada na série de entrevistas do RJ1, que nesta quarta-feira (26) perguntou aos postulantes: "Caso seja eleito, qual será o principal projeto de lei que pretende apresentar no Congresso?".

Portinho afirmou que pretende avançar com um projeto já em tramitação "para aumentar as penas por furto por roubo de celular". Segundo ele, o texto foi elaborado com o senador Flávio Bolsonaro, candidato a presidente. A proposta também "visa a endurecer e dificultar a progressão da pena dos líderes de facção criminosa e de quem lava dinheiro".

Para famílias que dependem do celular como ferramenta de trabalho e comunicação, a medida pode representar uma resposta a um crime que atinge milhares de pessoas diariamente. A punição mais severa, na visão do candidato, desestimularia a prática e reduziria a sensação de impunidade.

Na área de proteção à mulher, Portinho disse que pretende apresentar um novo projeto para que "os agressores, na audiência de custódia, já saiam com tornozeleira [eletrônica] colocada pelo próprio juiz". A medida busca garantir distanciamento imediato do agressor, protegendo a vítima desde o primeiro contato com a Justiça.

As propostas fazem parte da agenda de segurança pública do candidato, que concorre ao Senado nas eleições de 2026. A série de entrevistas do RJ1 segue nas próximas semanas, com novos temas e candidatos.

Para quem acompanha a segurança pública no Rio, a discussão sobre penas mais duras e medidas protetivas é um tema central. A expectativa é que, se eleito, Portinho apresente os projetos no Congresso Nacional, onde a tramitação dependerá de apoio parlamentar e debate com a sociedade.

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