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Calor extremo tornou seca até 11 vezes mais provável na Europa, diz pesquisa

ResumoA pesquisa sobre a seca na Europa, publicada pela World Weather Attribution, concluiu que o calor extremo, impulsionado pela mudança climática causada por humanos, tornou a seca até 11 vezes mais provável em regiões como França e Romênia. O estudo destaca que o fator determinante foi o aumento das temperaturas, não a falta de chuva.

A mudança climática causada por humanos intensificou a seca na Europa. Estudo aponta que o calor extremo, e não a falta de chuva, tornou a seca até 11 vezes mais provável em algumas regiões, como França e Romênia.

Ronaldo Pimenta
Ronaldo Pimenta Repórter de Esporte Mineiro · 24 de julho de 2026 · 2 min de leitura
Calor extremo tornou seca até 11 vezes mais provável na Europa, diz pesquisa

Calor extremo tornou seca até 11 vezes mais provável em partes da Europa, aponta pesquisa

O calor extremo, e não a falta de chuva, foi o principal responsável por tornar a seca até 11 vezes mais provável em partes da Europa, segundo um novo estudo divulgado nesta quinta-feira (23). A pesquisa, conduzida pelo grupo World Weather Attribution (WWA), mostra como a mudança climática causada por humanos intensificou as condições excepcionalmente secas no continente.

O que diz o estudo sobre calor extremo e seca na Europa

Uma grave seca assola o continente europeu, afetando países como França e Romênia, que enfrentam restrições ao uso de água, incêndios devastadores e rios secos. O evento ocorre após uma histórica onda de calor em junho. O novo estudo determinou que o clima quente acelerou a perda de umidade dos solos, lagos e rios europeus, aumentando a probabilidade de condições secas.

Grande parte da Europa recebeu menos chuva do que o habitual na primavera, mas foi o calor o responsável por tornar a seca "mais severa", afirmou Mariam Zachariah, coautora do estudo do WWA. "Nossos resultados mostram que esta seca não é principalmente uma história de baixas precipitações, mas de uma atmosfera mais quente", disse a pesquisadora.

Como o calor extremo agravou a seca

A pesquisa aponta que o calor extremo atua como um acelerador da perda de umidade. Mesmo com chuvas abaixo da média, foi o aumento das temperaturas que tornou a seca mais intensa e provável. As condições secas atingiram níveis que, sem a mudança climática, seriam muito mais raros.

Próximos passos para entender o clima

O estudo reforça a necessidade de monitoramento constante e de políticas de adaptação para eventos climáticos extremos. A seca na Europa serve como alerta para outras regiões do mundo, incluindo o Brasil, onde o calor extremo também pode intensificar secas.

Perguntas Frequentes

O que causa a seca na Europa?

A seca é causada pelo calor extremo, que acelera a perda de umidade do solo, lagos e rios, e não pela falta de chuva, segundo o estudo do WWA.

Qual a relação entre calor extremo e mudança climática?

A mudança climática causada por humanos intensificou o calor extremo, tornando a seca até 11 vezes mais provável em partes da Europa.

Quais países são mais afetados pela seca na Europa?

França e Romênia são alguns dos países mais afetados, enfrentando restrições ao uso de água, incêndios e rios secos.

Quem conduziu o estudo sobre a seca na Europa?

O estudo foi conduzido pelo grupo World Weather Attribution (WWA), com a coautoria de Mariam Zachariah.

Quando o estudo foi divulgado?

O estudo foi divulgado nesta quinta-feira (23), após a histórica onda de calor em junho.

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