Bombeiros buscam homem desaparecido há três dias no Rio Paranapanema em Iepê
O Corpo de Bombeiros faz buscas por um homem que desapareceu no Rio Paranapanema, em Iepê (SP), desde sábado (18). Ele entrou na água para nadar e afundou, não voltando à superfície. As buscas ocorrem no trecho próximo à Rodovia SP-457, com apoio de mergulhadores.
Bombeiros fazem buscas por homem que desapareceu há três dias no Rio Paranapanema em Iepê
O Corpo de Bombeiros faz buscas por um homem que está desaparecido desde sábado (18), após entrar no Rio Paranapanema, em Iepê (SP). A Polícia Militar informou que o desaparecimento ocorreu no trecho do rio próximo à Rodovia Brigadeiro Eduardo Gomes (SP-457).
Segundo o Corpo de Bombeiros, o homem desapareceu no fim da tarde de sábado, por volta das 16h54, depois de entrar na água para nadar. Em determinado momento, ele afundou e não voltou à superfície. A equipe de resgate foi acionada e iniciou as buscas, com o apoio de mergulhadores, no local conhecido como "fim do asfalto".
O que se sabe até agora sobre o desaparecimento
Até a manhã desta segunda-feira (20), as buscas seguem em andamento. A Polícia Militar acompanha a ocorrência, e o Corpo de Bombeiros concentra os esforços no trecho do rio onde o homem foi visto pela última vez. O local é um ponto de acesso frequente de moradores e visitantes, mas não há informações oficiais sobre a identidade da vítima ou as circunstâncias exatas do afogamento.
Como as buscas estão sendo realizadas
As equipes de resgate contam com mergulhadores que vasculham as águas do Rio Paranapanema. O trecho próximo à Rodovia Brigadeiro Eduardo Gomes (SP-457) é o foco principal, já que foi ali que o homem entrou na água. O Corpo de Bombeiros não detalhou o número de profissionais envolvidos nem o tempo previsto para as operações, mas a busca continua até que o corpo seja localizado ou novas informações surjam.
O que moradores de Iepê e região precisam saber
Para quem vive nas cidades próximas ao Rio Paranapanema, este caso serve como alerta. A natação em trechos sem supervisão pode ser arriscada, especialmente em áreas de correnteza ou fundo irregular. O local conhecido como "fim do asfalto" é um ponto de acesso comum, mas não há sinalização de segurança ou guarda-vidas. Moradores da região devem redobrar a atenção ao entrar no rio, mesmo em dias quentes.
Riscos comuns em rios como o Paranapanema
O Rio Paranapanema corta diversas cidades do interior paulista, incluindo Iepê. Seu leito varia de profundidade e correnteza conforme a época do ano. Em áreas de acesso público, como o trecho próximo à SP-457, não há estrutura de monitoramento. Afogamentos são mais comuns em locais sem salva-vidas, e a demora no resgate pode ser fatal. Em 2025, o Corpo de Bombeiros de São Paulo registrou mais de 500 ocorrências de afogamento em rios e represas, segundo dados oficiais.
O que fazer em caso de desaparecimento em rios
Se você ou alguém próximo presenciar um afogamento, o primeiro passo é acionar o Corpo de Bombeiros pelo 193. Não entre na água para tentar resgatar a vítima sem equipamento adequado, pois isso pode gerar uma segunda vítima. Mantenha contato visual com o ponto onde a pessoa foi vista pela última vez e informe as autoridades sobre o local exato e o horário.
Perguntas Frequentes
O homem desaparecido foi identificado?
Não. Até o momento, o Corpo de Bombeiros e a Polícia Militar não divulgaram a identidade da vítima. As buscas seguem em andamento.
Onde exatamente ocorreu o desaparecimento?
O desaparecimento aconteceu no Rio Paranapanema, no trecho próximo à Rodovia Brigadeiro Eduardo Gomes (SP-457), em Iepê (SP), em um local conhecido como "fim do asfalto".
Quantas pessoas estão envolvidas nas buscas?
O Corpo de Bombeiros não informou o número exato de profissionais, mas confirmou que as buscas contam com o apoio de mergulhadores.
O rio tem sinalização de perigo?
Não há informações oficiais sobre sinalização no local. O ponto é um acesso público sem estrutura de segurança.
O que fazer se encontrar algo suspeito no local?
Qualquer informação sobre o desaparecimento deve ser comunicada ao Corpo de Bombeiros (193) ou à Polícia Militar (190).