BH: família de engenheira desaparecida contesta PC
Engenheira civil Cynthia Augusto Ferraz Penedo Mendes, de 42 anos, segue desaparecida após sair da casa de uma amiga no Bairro Santo Antônio, em BH. A família contesta a versão da Polícia Civil de Minas Gerais, que havia informado que ela foi encontrada.
A família da engenheira civil Cynthia Augusto Ferraz Penedo Mendes, de 42 anos, contesta a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) sobre a localização da mulher, desaparecida desde a madrugada de quarta-feira (9/9). A corporação havia informado que ela foi encontrada. A mãe da engenheira, Margareth Mendes, diz que a polícia conseguiu apenas uma filmagem que indicava o embarque dela em determinado local.
O que se sabe até agora:
- Cynthia Augusto Ferraz Penedo Mendes, 42 anos, engenheira civil, está desaparecida desde a madrugada de quarta-feira (9/9).
- Ela saiu da casa de uma amiga na Rua Mar de Espanha, no Bairro Santo Antônio, Região Centro-Sul de Belo Horizonte.
- A PCMG havia informado que a mulher foi encontrada, mas a família contesta a informação.
- Segundo a mãe, Margareth Mendes, a polícia obteve apenas uma filmagem que indicava o embarque dela em determinado local.
- A PCMG afirmou que não havia indícios de que a mulher tenha sido vítima de algum crime. A família contesta.
De acordo com a PCMG, não havia indícios de que a mulher tenha sido vítima de algum crime. A família dela, por sua vez, contesta. Segundo Margareth, o compartilhamento da informação causou um transtorno ainda maior, já que eles ainda não sabem o paradeiro da vítima, que sumiu depois de sair da casa de uma amiga na Rua Mar de Espanha, no Bairro Santo Antônio, na Região Centro-Sul de Belo Horizonte.
Ao Estado de Minas, Margareth informou que, desde o desaparecimento, tem sido assediada e até contatada por criminosos, pois divulgou o número de telefone pessoal para receber alguma pista. A mãe da mulher desabafa que a situação já é bastante delicada e que a polícia "cometeu um erro" ao comunicar uma "inverdade" sobre os acontecimentos.
Anteriormente, a PCMG disse que não havia indícios de crime, além de não explicar o que pode ter motivado o sumiço ou onde a mulher foi localizada. A reportagem questionou a polícia sobre a alegação da família e não obteve retorno até a publicação desta matéria.
Acompanho casos de desaparecimento no interior e na capital há alguns anos. A divulgação de um desfecho antes da confirmação oficial costuma custar caro para quem está do outro lado da linha. Quem já passou por isso sabe que a família perde tempo precioso rebatendo versão em vez de procurar. O que Margareth Mendes pede é simples: que a PCMG esclareça o que de fato apurou e onde estaria a filha. Enquanto isso, a comunidade do Santo Antônio segue sem resposta sobre o paradeiro de Cynthia.