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Andréa Beltrão surge de muleta na orla do Rio após cirurgia no pé

ResumoAndréa Beltrão foi fotografada com muleta na orla de Copacabana, no Rio, em 5 de abril, durante recuperação de cirurgia no pé esquerdo. A atriz relatou dores persistentes desde 2021, que motivaram o procedimento cirúrgico. A aparição pública ocorre em fase pós-operatória, sem detalhes sobre previsão de alta médica ou retomada de trabalhos artísticos.

Andréa Beltrão foi fotografada caminhando com muleta na orla de Copacabana, no Rio, neste sábado (5), enquanto se recupera de cirurgia no pé esquerdo. Atriz explicou que convivia com dores desde 2021.

Sérgio Tadeu Mafra
Sérgio Tadeu Mafra Repórter de Economia Regional · 07 de setembro de 2026 · 2 min de leitura
Andréa Beltrão surge de muleta na orla do Rio após cirurgia no pé

A atriz Andréa Beltrão foi fotografada na manhã deste sábado (5) caminhando com o auxílio de uma muleta na orla de Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro. Ela se recupera de uma cirurgia no pé esquerdo, realizada após uma lesão que a atriz disse ter causado dores desde 2021.

Andréa Beltrão surge de muleta na orla do Rio após cirurgia no pé, e o registro acontece semanas depois do procedimento. No final de julho, a atriz contou nas redes sociais que convivia com dores desde 2021 e que o problema se agravou, levando à necessidade de intervenção cirúrgica.

"Uma dor que se arrastou por mais ou menos cinco anos explodiu, me tirou de combate, e fui direto para a sala de emergência fazer uma cirurgia que de grave não tem nada, mas é dolorosa à beça", explicou a atriz. Na mesma publicação, Andréa Beltrão disse que ficaria seis semanas sem apoiar o pé no chão: "Quando puder usar muletas, vou comemorar. O nome do estraga-prazeres é pomposo: lesão osteocondral no dome do talus, e o tratamento é um autoenxerto osteoarticartilaginoso, cuja sigla em inglês é OATS".

O aparecimento público com a muleta indica que a atriz está na fase de recuperação em que já pode apoiar parcialmente o peso, ainda que com auxílio. A lesão osteocondral, que atinge a cartilagem e o osso abaixo dela, é comum em articulações de carga, como o tornozelo. O tratamento por autoenxerto, indicado pela sigla OATS, consiste em transplantar cartilagem e osso do próprio paciente para a área lesionada.

Para o público que acompanha a carreira da atriz, o registro traz alívio: a recuperação segue o cronograma previsto, com a muleta substituindo a proibição total de apoio. A previsão de seis semanas sem tocar o pé no chão, citada por Andréa Beltrão, parece estar chegando ao fim, o que permitiria o retorno gradual às atividades. recuperação de cirurgias ortopédicas

Ainda não há informação oficial sobre quando a atriz retomará completamente a rotina de trabalho. O que se sabe, até aqui, é que o processo de reabilitação está em andamento e que a presença na orla carioca, mesmo com o suporte da muleta, é um sinal positivo de mobilidade. A tendência, segundo o próprio relato da atriz, é que a recuperação prossiga sem complicações, com a volta ao apoio total do pé nas próximas semanas.

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