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Gleidson Azevedo: sem Fundo Eleitoral, maior desafio da campanha

ResumoGleidson Azevedo, candidato a deputado federal e irmão do senador Cleitinho, declarou em entrevista ao Café com Política que o principal desafio da campanha é disputar sem utilizar recursos do Fundo Eleitoral. A ausência desse financiamento público exige estratégia alternativa para viabilizar a candidatura. A declaração ocorre em contexto de eleições proporcionais, onde o acesso a verbas institucionais costuma influenciar a competitividade.

Em entrevista ao Café com Política, Gleidson Azevedo, irmão do senador Cleitinho e candidato a deputado federal, afirma que o maior desafio da campanha é disputar sem usar recursos do Fundo Eleitoral.

Marília Stefani
Marília Stefani Repórter de Segurança Pública · 08 de setembro de 2026 · 1 min de leitura
Gleidson Azevedo: sem Fundo Eleitoral, maior desafio da campanha

Gleidson Azevedo, irmão do senador Cleitinho e candidato a deputado federal, afirmou que o maior desafio da atual campanha é cumprir o compromisso de disputar sem usar recursos do Fundo Eleitoral. A declaração foi dada em entrevista ao Café com Política, disponível no canal de O TEMPO no YouTube.

Na conversa, ele destacou que a decisão de não utilizar o dinheiro público é uma marca da família, mas também um obstáculo prático. "Ameaças, falta de dinheiro e alianças" foram citadas como parte do cenário enfrentado, sem detalhar quem teria feito ameaças ou quais alianças estariam em jogo.

Gleidson também comemorou a decisão do TRE-MG de impedir a candidatura do ex-deputado Eduardo Cunha, que migrou para Minas Gerais e se filiou ao partido de Cleitinho para tentar uma vaga na Câmara dos Deputados. A avaliação foi de que a medida fortalece o grupo político.

Além disso, ele reforçou críticas de direita ao STF, com uma declaração dura: "Se o Brasil fosse um país sério, os ministros do STF já estariam presos". A frase reflete o tom adotado pela família na campanha, sem entrar em detalhes sobre processos ou acusações específicas.

O contexto da entrevista mostra uma campanha que aposta na rejeição ao uso de verba pública e na proximidade com o eleitorado conservador. Resta saber se a estratégia, sem o reforço financeiro do Fundo, será suficiente para garantir a vaga na Câmara em outubro.

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