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Alunos enfrentam goteiras e corredor alagado em escola de Piracicaba

ResumoA Escola Municipal José Antônio de Oliveira, em Piracicaba, enfrentou goteiras no teto e corredor alagado na manhã desta quinta-feira (10), conforme vídeos gravados por uma mãe de aluno. A direção acionou a Prefeitura, que afirmou que o reparo no telhado será antecipado.

Vídeos gravados por uma mãe de aluno mostram goteiras no teto de um corredor da Escola Municipal José Antônio de Oliveira, em Piracicaba, na manhã desta quinta-feira (10). A direção diz que acionou a Prefeitura, que afirmou que o reparo será antecipado.

Geraldo Assunção
Geraldo Assunção Repórter de Política Estadual · 10 de setembro de 2026 · 2 min de leitura
Alunos enfrentam goteiras e corredor alagado em escola de Piracicaba

Vídeos gravados pela mãe de um aluno mostram goteiras no teto da Escola Municipal José Antônio de Oliveira, em Piracicaba (SP), na manhã desta quinta-feira (10). Nas imagens, a água aparece pingando e se acumulando no chão de um corredor que dá acesso ao refeitório e ao banheiro.

Segundo a mãe, a falta de manutenção faz com que as crianças se molhem ao passar pelo local. O piso escorregadio também aumenta o risco de queda, diz ela.

O que dizem a escola e a Prefeitura

A direção da escola informou que entrou em contato com a Prefeitura de Piracicaba, mas que, até o momento, nenhuma medida havia sido tomada.

Em nota à EPTV, afiliada da TV Globo, a prefeitura disse que já sabe do problema e comunicou a empresa responsável pela manutenção. Segundo a administração municipal, o reparo já estava previsto, mas será antecipado por causa da situação.

A prefeitura acrescentou que o serviço será feito quando houver condições climáticas favoráveis. Até lá, as aulas seguem normalmente.

O que a denúncia expõe

O caso coloca em evidência a rotina de manutenção predial da rede municipal. O corredor citado não é um espaço qualquer: é passagem obrigatória para o refeitório e o banheiro, o que significa que o problema atinge o trajeto diário de todas as crianças que usam esses dois ambientes.

A mãe que gravou os vídeos aponta dois riscos concretos. O primeiro é o contato direto com a água, que molha quem passa. O segundo é o piso escorregadio, associado a quedas em ambiente escolar.

A resposta da prefeitura tem três partes: o problema é conhecido, a empresa de manutenção foi acionada e o reparo, antes previsto, foi antecipado. O que ainda não tem data é a execução do serviço, condicionada ao tempo.

O que acontece agora

O próximo passo depende das condições climáticas. A prefeitura afirmou que o reparo será feito quando o tempo permitir. Até que o serviço ocorra, as aulas seguem normalmente, sem alteração no calendário escolar informada pelas partes.

Para famílias da escola, o acompanhamento passa por observar se a manutenção será executada no prazo e se o corredor continuará sendo usado enquanto o problema persistir. A reportagem não localizou informação sobre custo do reparo nem sobre prazo estimado para a execução.

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