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Adolescentes pulam muro e fogem de centro socioeducativo em MG

ResumoO Centro Socioeducativo de Uberlândia, em Minas Gerais, registrou a fuga de dois adolescentes de 13 anos que pularam o muro da unidade. A dupla foi recapturada imediatamente após a ação, sem danos a terceiros. A instituição, localizada no Triângulo Mineiro, não divulgou detalhes sobre falhas na segurança ou medidas corretivas adotadas após o incidente.

Dois adolescentes de 13 anos fugiram do Centro Socioeducativo de Uberlândia, no Triângulo Mineiro, após pularem o muro. A dupla foi recapturada logo em seguida.

Marília Stefani
Marília Stefani Repórter de Segurança Pública · 31 de agosto de 2026 · 1 min de leitura
Adolescentes pulam muro e fogem de centro socioeducativo em MG

Dois adolescentes de 13 anos fugiram do Centro Socioeducativo de Uberlândia, no Triângulo Mineiro, neste domingo (30/8). A dupla pulou o muro da unidade e foi recapturada logo em seguida.

A fuga foi registrada por pedestres que passavam pelo bairro Residencial Integração. Nas imagens, uma mulher demonstra preocupação com a altura do muro: "Meu Deus, tomara que não machuque". Em determinado momento, um dos meninos pareceu ficar preso por um instante na cerca de proteção instalada sobre a estrutura. "Ele está grudado. Se cair dali, morre", comentou outra pessoa no vídeo. Na sequência, o adolescente conseguiu se desvencilhar e fugiu correndo pelas ruas do município.

A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) informou que, após serem localizados, os menores passaram por atendimento médico, foram apresentados ao Juizado da Infância e da Juventude da Comarca de Uberlândia e retornaram à unidade. "A direção do Centro Socioeducativo instaurou um procedimento interno para apurar administrativamente o ocorrido", esclareceu a pasta.

O caso reacende o debate sobre a segurança em unidades socioeducativas e a necessidade de acompanhamento próximo dos adolescentes em cumprimento de medidas. A recaptura rápida evitou um desfecho mais grave, mas a ocorrência levanta questões sobre a supervisão e a infraestrutura desses espaços. A Sejusp não detalhou se houve mudanças na rotina da unidade após o episódio.

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