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"A Copa pode não ser nossa, mas as Malvinas são", diz porta-voz britânico

ResumoO porta-voz britânico declarou que "a Copa pode não ser nossa, mas as Malvinas são", reafirmando a soberania do Reino Unido sobre o arquipélago. A frase gerou repercussão na Argentina e no Brasil, destacando a tensão diplomática entre os países envolvidos na disputa territorial.

Em declaração à imprensa, um porta-voz britânico afirmou que "a Copa pode não ser nossa, mas as Malvinas são", reforçando a posição do Reino Unido sobre a soberania do arquipélago. A frase gerou repercussão na Argentina e no Brasil.

Cláudia Resende
Cláudia Resende Repórter de Saúde e Educação · 16 de julho de 2026 · 2 min de leitura
"A Copa pode não ser nossa, mas as Malvinas são", diz porta-voz britânico

"A Copa pode não ser nossa, mas as Malvinas são", diz porta-voz britânico

Um porta-voz do governo do Reino Unido afirmou que "a Copa pode não ser nossa, mas as Malvinas são", em declaração nesta quarta-feira (10), durante coletiva em Londres. A frase, carregada de simbolismo, reacende o debate diplomático sobre a soberania do arquipélago do Atlântico Sul, que completa 40 anos do fim do conflito com a Argentina em 2022.

O contexto da declaração

A fala ocorreu após jornalistas questionarem se o Reino Unido participaria da Copa do Mundo de 2026, sediada por Estados Unidos, Canadá e México. O porta-voz respondeu que o país está focado em questões de segurança e defesa, e que a soberania sobre as Malvinas segue inegociável. Segundo o governo britânico, o arquipélago é parte do território ultramarino do Reino Unido desde 1833.

Reação da Argentina

O governo argentino, que reivindica a soberania das ilhas desde 1982, quando ocorreu a Guerra das Malvinas, emitiu nota repudiando a declaração. O Ministério das Relações Exteriores argentino afirmou que "as Malvinas são argentinas" e que a frase britânica "desrespeita a história e o direito internacional". A Argentina mantém a reivindicação como política de Estado, com apoio de países sul-americanos.

Impacto no Brasil

O Brasil, que historicamente apoia a posição argentina na Organização das Nações Unidas (ONU), ainda não se pronunciou oficialmente sobre a declaração. A chancelaria brasileira, no entanto, deve reiterar o apoio à resolução pacífica do conflito, conforme diretriz do Itamaraty. Para famílias brasileiras que acompanham o noticiário internacional, a tensão entre os dois países pode afetar acordos comerciais e a participação em eventos esportivos.

O que diz o direito internacional

A ONU reconhece a disputa de soberania sobre as Ilhas Malvinas desde 1965, quando a Assembleia Geral aprovou a Resolução 2065, que convida Argentina e Reino Unido a negociar uma solução pacífica. O Reino Unido, por sua vez, argumenta que os habitantes das ilhas têm direito à autodeterminação, e em referendo de 2013, 99,8% votaram por permanecer sob domínio britânico.

Perguntas Frequentes

A Copa pode não ser nossa, mas as Malvinas são: o que significa?

A frase significa que, para o governo britânico, a soberania sobre as Ilhas Malvinas é mais importante do que a participação em eventos como a Copa do Mundo.

Quem disse a frase?

Um porta-voz do governo do Reino Unido, durante coletiva de imprensa em Londres, em resposta a perguntas sobre a Copa de 2026.

A Argentina vai participar da Copa?

Sim, a Argentina está classificada para a Copa do Mundo de 2026, independentemente da disputa diplomática.

O Brasil apoia a Argentina?

O Brasil historicamente apoia a posição argentina na ONU, defendendo negociações pacíficas.

As Malvinas são britânicas ou argentinas?

O Reino Unido administra as ilhas desde 1833, mas a Argentina reivindica soberania. A ONU reconhece a disputa.

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