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Com 34,6º C, BH repete quarta maior temperatura de 2026

ResumoBelo Horizonte registrou 34,6º C neste sábado (12/9), repetindo a marca do dia anterior e confirmando a quarta maior temperatura de 2026 na capital mineira. A Defesa Civil apontou umidade mínima de 25%, índice considerado muito baixo pela Organização Mundial da Saúde.

Belo Horizonte registrou 34,6º C neste sábado (12/9), repetindo a marca do dia anterior e confirmando o quarto dia mais quente de 2026. A Defesa Civil apontou umidade mínima de 25%, muito baixa pela OMS.

Inácio Bicalho
Inácio Bicalho Repórter de Interior e Agro · 14 de setembro de 2026 · 2 min de leitura
Com 34,6º C, BH repete quarta maior temperatura de 2026

Belo Horizonte registrou 34,6º C neste sábado (12/9), pelo segundo dia consecutivo, o quarto maior registro de 2026. A medição foi feita às 15h na regional da Pampulha, conforme a Defesa Civil da capital.

O que aconteceu: a Defesa Civil informou que, no mesmo horário, a umidade relativa mínima do ar atingiu 25%, marca considerada muito baixa pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Para domingo (13), o Inmet prevê máxima de 31º C, com tendência de queda, e há alerta de chuva com rajadas de vento de até 40 km/h até a manhã.

As máximas de sexta (11), em Venda Nova, e de sábado, na Pampulha, ficaram abaixo apenas de três registros: 30 de agosto (35,4º C), 1º de janeiro (34,8º C) e 9 de agosto (34,7º C). Ou seja, o calorão deste fim de semana se encaixa no topo de 2026, mas não superou o pico do fim de agosto.

A virada da semana explica o contraste. Na segunda-feira (7/9), com chuva, os termômetros não passaram de 23º C. Na terça (8) e na quarta (9), as máximas ficaram em 26º C. Em poucos dias, BH saiu de um cenário ameno para o quarto dia mais quente do ano.

Eu moro no interior de Minas e conheço bem essa gangorra. Quem trabalha na roça, no quintal ou na feira sente no corpo: o dia começa frio e termina com a terra rachando. A diferença é que, na capital, o calor chega com asfalto e prédio em volta, o que muda a sensação.

Umidade de 25% não é detalhe. A OMS considera muito baixa, e isso afeta quem tem problema respiratório, criança pequena e idoso. A recomendação que sempre circula nesses dias é beber água com frequência e evitar sol forte entre 10h e 16h, mas vale lembrar que o alerta de chuva com rajadas de 40 km/h também pede atenção, sobretudo em área de encosta.

Para quem acompanha o clima no interior, a leitura é a mesma: o calor não é notícia só quando vira tragédia. É notícia quando muda a rotina de quem planta, de quem cria gado e de quem depende da chuva para tocar a vida. A expectativa, agora, é que a tendência de queda prevista pelo Inmet se confirme e traga alívio ao longo do domingo.

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